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sábado, 19 de setembro de 2026
#ÍNDIA: A REVOLUÇÃO SILENCIOSA – 5 MIL NOVOS CRISTÃOS POR DIA EM MEIO À PERSEGUIÇÃO
SUBTÍTULO: Congresso Nacional "Igreja em Missão" revela crescimento explosivo do cristianismo indiano, mas líderes alertam para escalada de violência anticristã no país
NAGPUR, ÍNDIA — A Igreja na Índia vive um momento paradoxal. Enquanto comunidades cristãs em todo o país registram um crescimento sem precedentes — estimado entre 3 mil e 5 mil novos seguidores de Jesus por dia —, líderes evangélicos enfrentam uma das ondas de perseguição mais severas das últimas décadas.
Os dados foram apresentados durante o Congresso Nacional "Igreja em Missão" (AICOCIM 2025), realizado em setembro na cidade de Nagpur, no estado de Maharashtra. Organizado pela Evangelical Fellowship of India (EFI), o evento reuniu cerca de 450 líderes cristãos de todos os estados indianos, superando amplamente a expectativa inicial de 300 participantes. Foi o primeiro encontro nacional da entidade em 15 anos.
CRESCIMENTO SEM PRECEDENTES
Segundo os relatos apresentados durante o congresso, a Igreja indiana está recebendo entre 3.000 e 5.000 novos seguidores de Jesus diariamente. O movimento é impulsionado por missões, discipulado e um forte serviço à comunidade, com atuação em áreas como educação, saúde e assistência social.
"Esta não é uma reunião comum, nem estamos aqui por hábito", declarou o reverendo Vijayesh Lal, secretário-geral da EFI, na sessão de abertura. "Nos reunimos porque este é um momento kairos — um tempo em que a rotina dos dias ganha urgência, e Deus convoca seu povo à atenção, ao arrependimento e à coragem".
Lal encerrou seu discurso convidando os participantes a abraçarem a entrega, a coragem e a imaginação guiada pelo Espírito. "Nossa esperança não está em tempos favoráveis nem em nossas próprias forças. Nossa esperança está em Cristo, que venceu a morte... Porque essa esperança é certa, não seremos abalados".
DESAFIOS INTERNOS E RENOVAÇÃO
O congresso não se limitou a celebrar números. Os líderes debateram abertamente desafios estruturais da Igreja indiana, incluindo a sub-representação das mulheres no ministério eclesiástico, a resistência à renovação geracional de pastores e o enfrentamento do sistema de castas, apontado como incompatível com os princípios cristãos de igualdade.
Um dos momentos mais marcantes foi o testemunho do Dr. Richard Howell, ex-secretário-geral da EFI e da Aliança Evangélica da Ásia. Ele compartilhou, emocionado, a história de um cristão dalit que admitiu ter odiado a si mesmo por anos por causa de sua casta — mesmo sendo crente — até encontrar libertação na fé.
Uma particularidade desta edição foi a ausência de palestrantes internacionais. Segundo os organizadores, a decisão permitiu um ambiente de diálogo mais contextualizado à realidade indiana, promovendo trocas genuínas entre os líderes locais.
A DECLARAÇÃO DE NAGPUR E NOVAS COMISSÕES
Como resultado concreto do encontro, a EFI apresentou o rascunho da Declaração de Nagpur, descrita como uma declaração de testemunho cristão na Índia. O documento será circulado entre os participantes para feedback e refinamento antes de ser finalizado. Os delegados foram lembrados de que a declaração não é apenas uma reflexão sobre o congresso, mas um pacto de compromisso para os anos seguintes.
O encerramento também marcou o lançamento de várias comissões sob a EFI, incluindo:
· Comissão de Discipulado
· Comissão de Justiça, Dalits e Tribais
· Comissão Digital e de IA
· Comissão de Pastoreio (para cuidado pastoral de pastores)
· Comissão de Famílias e Solteiros
"Estas comissões estão sendo lançadas hoje como parte das celebrações do 75º aniversário da EFI", destacou Lal, enfatizando que representam um compromisso de longo prazo com o fortalecimento da missão da Igreja. Além disso, forças-tarefa especializadas serão formadas para focar em evangelismo, educação teológica de base, mídia, saúde mental, pesquisa, desenvolvimento de liderança e empoderamento de mulheres e jovens.
O CENÁRIO DE PERSEGUIÇÃO
Apesar do crescimento expressivo, a comunidade cristã na Índia enfrenta um ambiente cada vez mais hostil. A Índia ocupa atualmente a 12ª posição na Lista Mundial da Perseguição de 2026, um salto significativo em relação à 31ª posição em 2013.
Segundo a Comissão dos Estados Unidos para a Liberdade Religiosa Internacional (USCIRF), os ataques violentos de multidões nacionalistas hindus contra cristãos se intensificaram nos últimos meses. Em janeiro de 2026, o pastor Bipin Bihari Naik foi espancado por uma multidão em Odisha enquanto conduzia orações dominicais dentro de uma casa. A multidão o acusou de realizar conversões forçadas, arrastou-o para fora e o forçou a comer esterco de vaca.
No mesmo mês, uma multidão nacionalista hindu demoliu as casas de quatro famílias cristãs em Maharashtra após elas se recusarem a renunciar à sua fé. Em Andhra Pradesh, nacionalistas hindus atacaram um micro-ônibus de cristãos evangélicos, incendiando o veículo e espancando passageiros com tacos de críquete e pedras.
"Vigilantes armados têm repetidamente usado alegações de conversão forçada para justificar a detenção arbitrária e ataques horríveis contra minorias religiosas", afirmou Asif Mahmood, vice-presidente da USCIRF. "Vários estados indianos agora fortaleceram leis anticonversão, reduzindo os padrões de evidência necessários para acusar um indivíduo de conversão religiosa forçada".
Em julho de 2026, Maharashtra se tornou o 13º estado indiano a implementar uma lei anticonversão. A Lei de Liberdade de Religião de Maharashtra, de 2026, entrou em vigor em 28 de agosto, prevendo ações contra conversões supostamente realizadas por meio de coerção, fraude, indução ou casamento.
"CRESCEMOS, MAS ESTAMOS AMEAÇADOS”
Em entrevista recente, o reverendo Vijayesh Lal resumiu a situação da Igreja indiana com uma frase direta: "Nós crescemos, mas estamos ameaçados".
A liderança da EFI, no entanto, optou por não focar apenas nos números. Durante o congresso, Lal alertou que "uma Igreja ampla, mas superficial, não pode permanecer", convocando os líderes a retornarem ao discipulado profundo.
O jornalista Timothy Goropevsek, editor do Christian Daily e observador do congresso, avaliou o encontro como um marco para o movimento evangélico indiano. "Foi um privilégio testemunhar líderes discutindo como levar o Evangelho a uma nação de 1,4 bilhão de pessoas — um sexto do mundo. Saí encorajado e profundamente grato pelo que Deus está fazendo na Índia".
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JNE-Informamos com verdade e credibilidade
terça-feira, 28 de abril de 2026
*O PERIGO DO MOVIMENTO PROGRESSISTA NA IGREJA*
A origem das mulheres pastoras é um fenômeno majoritariamente moderno, intensificado nos séculos XIX e XX, influenciado por movimentos sociais e releituras teológicas, com raros registros anteriores. No Brasil, a ordenação feminina ganhou força a partir da década de 1970.
• Contexto Histórico: Até o século XVI, não há registros de ordenação pastoral feminina. A primeira onda feminista no século XIX é apontada como um dos principais catalisadores para o surgimento de pastoras.
• Influência Social: A segunda onda feminista, na década de 1960, acelerou o movimento, levando milhares de mulheres ao ministério, especialmente em igrejas protestantes históricas.
• No Brasil: As primeiras pastoras batistas surgiram na década de 1920, enquanto a ordenação de mulheres metodistas ganhou destaque em 1974.
*- Fundamentos Teológicos (Debate):*
- *Visão Progressista/Inclusiva:* Argumenta que o pastorado feminino resgata a participação ativa das mulheres na Igreja primitiva e na teologia de inclusão de Jesus e usam o texto bíblico contido em Gálatas 3:28 para esse argumento que diz, “Não há judeu nem grego, escravo nem livre, homem nem mulher; pois todos são um em Cristo Jesus”. Esse versículo é mal interpretado pelos progressistas conforme explicarei ao final desse texto;
- *Visão conservadora da palavra bíblica:* Argumenta que a liderança pastoral é masculina, baseando-se em textos bíblicos, tais como *1º Timóteo 2:12* que diz, _“Não permito que a mulher ensine nem que tenha autoridade sobre o homem. Esteja, porém, em silêncio”._
Esse entendimento se refere, principalmente a proibição de funções de presbitério (pastorado) dada a mulher na igreja, mas não está incluso o ensino para as mulheres e crianças o que é um papel bíblico dado a mulher contido em *Tito 2:3-5* que diz, _“Semelhantemente, ensine as mulheres mais velhas a serem reverentes na sua maneira de viver, a não serem caluniadoras nem escravizadas a muito vinho, mas a serem capazes de ensinar o que é bom. Assim poderão orientar as mulheres mais jovens (mulheres ensinando mulheres) a amarem seus maridos e seus filhos, a serem prudentes e puras, a estarem ocupadas em casa, e a serem bondosas e sujeitas a seus maridos, a fim de que a palavra de Deus não seja difamada”._
Paulo recorda da sequência da criação de Deus, do homem e da mulher, e para qual finalidade foi criada a mulher, ou seja, o seu papel na criação de Deus contido em *Gênesis 2:20b* que diz, _“Todavia não encontrou para o homem alguém que o auxiliasse e lhe correspondesse”._
E a partir desse versículo descreve a criação da mulher que veio a ser a auxiliadora do homem com o papel bem definido na família de Deus e na igreja de Cristo.
As orientações de Paulo a Tito e a Timóteo, em suas cartas, deixa bem claro que as funções de presbítero/bispo (pastor) são delegadas a homens casados com esposa e filhos crentes, além de outros requisitos, mas não a mulheres.
Os progressistas (homens e mulheres), defendem a igualdade entre homens e mulheres na igreja ao interpretar de forma equivocada *Gálatas 3:28* e isso ocorre principalmente nas igrejas pentecostais, mas *infelizmente já está chegando na igreja de Cristo* de forma superficial em pequenos detalhes que se não forem corrigidos na origem pode ser tarde demais e vir a dividir a igreja, assim como está chegando o progressismo do uso de instrumentos musicais.
Precisamos ficar alertas ao que está sendo ensinado nas reuniões da igreja.
Paulo na passagem de Gálatas afirma que, em Cristo, as distinções sociais, étnicas e de gênero (judeu/grego, escravo/livre, homem/mulher) não impedem a salvação, tornando todos os crentes um só corpo. O versículo enfatiza a igualdade espiritual perante Deus *e não a igualdade das funções do homem e da mulher dentro da família e da igreja.*
Fiquem alertas ao progressismo dentro da igreja que Cristo comprou com o seu próprio sangue, pois Paulo disse que falsos mestres (homens e mulheres) aparecerão e serão seguidos por aqueles que irão contra a sã doutrina:
_"Pregue a palavra, esteja preparado a tempo e fora de tempo, repreenda, corrija, exorte com toda a paciência e doutrina, Pois virá o tempo em que não suportarão a sã doutrina; ao contrário, juntarão mestres para si mesmos, segundo os seus próprios desejos”._ *2º Timóteo 4:2-3*
Giovanni Barros.
segunda-feira, 9 de março de 2026
sexta-feira, 12 de dezembro de 2025
quinta-feira, 1 de maio de 2025
quinta-feira, 27 de junho de 2024
sexta-feira, 7 de julho de 2023
Juristas evangélicos comentam polêmica sobre André Valadão
Para eles, a fala se mostra ambígua mas a falar de incitação ao crime não é de boa-fé
Leiliane Lopes - 07/07/2023 19h57
André Valadão Foto: YouTube Lagoinha USAA Associação Nacional de Juristas Evangélicos (ANAJURE) emitiu uma nota pública sobre a repercussão do discurso do pastor André Valadão, da Lagoinha Orlando Church, que se tornou alvo de representações criminais.
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Ao analisarem a pregação feita no último domingo (2), a nota diz que ” a discordância religiosa sobre determinada conduta ou estilo de vida privados é legítima” desde que “não haja incitação à violência ou discriminação”.
Para eles, o cerne da polêmica em análise se dá em torno da interpretação da fala do pastor André Valadão por falta de “clareza e precisão” do que foi falado no culto.
“Isolada de seu contexto, isto é, do restante do sermão e das demais prédicas do religioso em sua comunidade de culto, a fala se mostra tragicamente ambígua, dando azo a acusações de discurso de ódio”, diz trecho da nota. “Essa interpretação da conduta em questão não se mostra, contudo, em conformidade com a boa-fé”, completa.
A ANAJURE também cita a decisão do Supremo Tribunal Federal na Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão nº 26 (ADO 26) que reconheceu que a repreensão penal à homotransfobia não deve restringir ou limitar o exercício da liberdade religiosa. Leia na íntegra.
Papa convida padre pró-LGBT para participar de Sínodo
Mulheres e leigos também foram convidados para acompanhar o encontro episcopal
Leiliane Lopes - 07/07/2023 17h05 | atualizado em 07/07/2023 18h57
Papa Francisco Foto: EFE/EPA/ETTORE FERRARINesta sexta-feira (7), a Assembleia Geral do Sínodo sobre a Sinodalidade comunicou à imprensa mundial que o papa Francisco convidou o padre jesuíta James Martin, conhecido por seu ativismo pró-LGBT, para estar no Sínodo que acontecerá em outubro.
Além dele, Luca Casarini, famoso ativista humanitário e antiglobalização, também foi convidado para esse encontro que visa debater temas delicados e que podem modernizar a Igreja Católica Apostólica Romana.
Essa será a primeira vez que, além dos bispos, o evento terá mulheres e leigos como convidados. Também, pela primeira vez, os convidados poderão votar.
Outro diferencial é que a Santa Sé fez uma consulta mundial aos fiéis de todo o mundo para entender quais são as suas preocupações atuais.
O debate entre os bispos do Sínodo envolverá temas delicados como o celibato sacerdotal, a possibilidade de receber a Comunhão para os divorciados recasados, a inclusão da comunidade LGBTI e o papel da mulher dentro da Igreja como instituição.
terça-feira, 4 de julho de 2023
Deputados brigam após fala de André Valadão sobre gays
Notícia falsa levou o pastor a ser criticado não apenas pela imprensa, mas também por políticos
Leiliane Lopes - 03/07/2023 22h20 | atualizado em 04/07/2023 11h21
Deputados Henrique Vieira, Nikolas Ferreira e Glauber Braga Fotos: Bruno Spada e Pablo Valadares/Câmara dos DeputadosA fake news de que o pastor André Valadão, da Lagoinha Orlando Church, pediu aos fiéis que matassem homossexuais chegou à Câmara dos Deputados e gerou uma grande confusão entre os deputados Henrique Vieira (PSOL-RJ), Nikolas Ferreira (PL-MG) e Glauber Braga (PSOL-RJ).
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Vieira, que se apresenta como pastor, disse que Valadão “tem sangue nas mãos” e “que suas palavras estimulam violência”. Para ele, pastores como o líder da Lagoinha crucificariam Jesus nos dias de hoje.
Em resposta, Nikolas Ferreira subiu o tom na tribuna e fez questão de dizer que quem matou homossexuais foram figuras comunistas como Fidel Castro, grande ídolo da esquerda, de partidos como o PSOL.
Em sua fala, o parlamentar evangélico chamou Vieira de “pastor da Shopee” e defendeu que os pastores possam pregar contra todos os tipos de pecados e usou sua fala para dizer que ele, enquanto cristão, considera a prática homossexual como pecado.
O deputado Glauber começou a gritar contra a fala de Nikolas e uma grande confusão foi registrada na Câmara.
Pastor André Valadão nega que tenha incentivado morte de gays
Pregação viralizou e gerou uma série de ataques ao líder evangélico
Leiliane Lopes - 03/07/2023 18h12 | atualizado em 04/07/2023 12h32
Pastor André Valadão Foto: YouTube/Lagoinha USANesta segunda-feira (3), o pastor André Valadão foi às redes sociais esclarecer um trecho de uma pregação sua na Lagoinha Orlando Church, nos Estados Unidos. Críticos do pastor divulgaram que ele havia incitado os fiéis a matarem homossexuais e o trecho viralizou:
– Agora é a hora de tomar as cordas de volta e dizer: Pode parar, reseta! Mas Deus fala que não pode mais [acabar com a humanidade]. Ele diz, “já meti esse arco-íris aí [símbolo da promessa divina de Deus com os homens feita após o dilúvio]. Se eu pudesse, matava tudo e começava de novo. Mas prometi que não posso”, agora tá com vocês – declarou o pastor.
Para os críticos, a frase “agora tá com vocês” seria o pastor pedindo para que os fiéis matassem pessoas homossexuais. Ao que André Valadão esclarece, que a pregação completa se refere às pessoas combaterem o pecado, e não sobre matar outras pessoas.
Com a repercussão, o pastor precisou ir a público rejeitar a ideia de que incitou a violência.
Senador protocola pedido de prisão contra pr. André Valadão
Solicitação foi enviada ao Ministério Público Federal após pregação do líder cristão
Pleno.News - 04/07/2023 11h27 | atualizado em 04/07/2023 11h50
Pastor André Valadão durante culto na Lagoinha Orlando Church Foto: Reprodução / Youtube / Lagoinha USAO senador Fabiano Contarato (PT-ES) protocolou uma representação no Ministério Público Federal que pede a prisão do pastor André Valadão e o pagamento de R$ 1 milhão em indenização por danos morais coletivos. O parlamentar o acusa de racismo após uma pregação em que o líder cristão fala contra a homossexualidade.
– O representado praticou, de forma reiterada, crime de racismo. Caso o MPF não entenda pela prisão, o senador pede que sejam fixadas medidas cautelares – disse Contarato, segundo informações do colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo.
O senador afirma ainda que a multa de R$ 1 milhão seria destinada ao Fundo de Defesa dos Direitos Difusos.
A fala de Valadão que virou alvo do parlamentar ocorreu em culto da Lagoinha Orlando Church no último domingo (2). A mensagem faz parte uma série chamada Censura Não.
– Hoje você vê nas paradas homens e mulheres nuas com seus órgãos genitais completamente expostos dançando na frente de crianças, aí você horroriza. Mas essa porta foi aberta quando nós tratamos normal aquilo que a Bíblia já condena. Então agora, é hora de tomar as cordas de volta e dizer “não, pode parar, reseta”. Aí Deus fala: “Não posso mais. Já meti esse arco-íris aí [símbolo da promessa de Deus de que não voltaria a destruir a humanidade após o dilúvio]. Se eu pudesse, eu matava tudo e começava tudo de novo. Mas já prometi para mim mesmo que não posso, agora está com vocês” – declarou o pastor.
Valadão se pronunciou negando as acusações de que teria incentivado a morte de homossexuais. O pastor explica que, ao dizer “agora está com vocês”, ele quis dizer que é hora de combater o pecado e de voltar à “essência” da vontade divina para a humanidade.
– A Palavra fala que os últimos dias seriam como os dias de Noé. A diferença é que Deus não tem como resetar e matar, nem recomeçar a humanidade. Então, dentro disso, na minha mensagem, eu deixo claro que cabe a nós puxarmos as cordas e nós resetarmos. Quando eu digo “nós resetarmos”, eu não digo “nós matarmos”. O que eu digo é “cabe a nós, levar o homem ao princípio daquela que é a vontade de Deus”. Cabe a nós, cristãos genuínos, erguermos a nossa voz e deixarmos claro aquilo que é a vontade de Deus para vivermos essa realidade – assinalou.
sábado, 17 de junho de 2023
Ataque jihadista a escola em Uganda deixa 37 mortos, a maioria estudantes

Milícia atacou uma escola de ensino médio perto de Bwera, onde incendiou um dormitório e saqueou uma mercearia
AFP17/06/2023 09:01 - atualizado 17/06/2023 09:19
Ao menos 37 pessoas, a maioria estudantes, morreram num ataque de um grupo rebelde vinculado à organização jihadista Estado Islâmico contra uma escola de ensino médio no oeste do Uganda, muito perto da fronteira com a República Democrática do Congo (RDC).
"Trinta e sete corpos foram encontrados e levados para o necrotério do hospital Bwera", disse o porta-voz do Exército, Felix Kulayigye, em um comunicado neste sábado (17/6), referindo-se à cidade nas proximidades do ataque na noite de sexta-feira.
Em um balanço anterior, Joe Walusimbi, comissário do distrito de Kasese, onde se situa a escola, na localidade de Mpondwe, a menos de dois quilômetros da fronteira, havia relatado 25 mortos, todos estudantes.
O porta-voz da polícia de Uganda, Fred Enanga, explicou que a milícia ADF (Forças Democráticas Aliadas), que tem seu reduto no leste da RDC, atacou uma escola de ensino médio perto de Bwera, onde "incendiaram um dormitório e saquearam uma mercearia".
O porta-voz da polícia descreveu o ataque como "terrorista" e disse que oito vítimas também foram resgatadas com vida, internadas "em situação crítica" no hospital de Bwera.
O exército e a polícia estão perseguindo os agressores que fugiram para o Parque Nacional de Virunga, localizado do outro lado da fronteira, na RDC. Segundo o porta-voz do Exército, os assaltantes levaram seis sequestrados para lá.
"Nossas forças estão perseguindo o inimigo para resgatar os sequestrados e destruir este grupo", disse Kulayigye.
Fechado com chave
O general Dick Olum disse à AFP que, de acordo com as informações coletadas, os milicianos estavam na área há pelo menos dois dias. Ele alegou que os agressores tinham informações detalhadas sobre a escola.
"Eles sabiam onde ficavam os dormitórios masculino e feminino", disse Olum.
"Os rebeldes trancaram o quarto dos meninos com chave e atearam fogo. A seção das meninas não estava trancada, então elas conseguiram fugir, mas quando o fizeram, algumas foram atacadas com facões e outras baleadas", explicou o militar.
Segundo ele, alguns dos corpos estão tão carbonizados que serão necessários exames de DNA para identificá-los.
O general Olum especificou que solicitou reforços e aviões para resgatar os reféns e localizar os esconderijos dos rebeldes.
Recompensa de US$ 5 milhões
A milícia ADF começou como um grupo insurgente em Uganda, de maioria muçulmana, e se estabeleceu no leste da RDC em meados da década de 1990. Desde então, foi acusada de matar milhares de civis.
Em 2019, eles juraram lealdade ao grupo Estado Islâmico, que apresenta os combatentes do ADF como um ramo local na África Central. Eles são acusados de ataques jihadistas na RDC e em solo ugandense.
Este fim de semana não é o primeiro ataque a uma escola em Uganda atribuído à ADF.
Em junho de 1998, 80 estudantes foram queimados vivos em seus dormitórios durante um ataque da ADF ao Instituto Técnico de Kichwamba, perto da fronteira com a RDC. Mais de 100 estudantes foram sequestrados.
Uganda e a República Democrática do Congo lançaram uma ofensiva conjunta em 2021 para expulsar a ADF de seus redutos congoleses, mas até agora essas operações não conseguiram impedir os ataques do grupo.
Os Estados Unidos anunciaram no início de março que ofereceriam uma recompensa de até US$ 5 milhões (R$ 24 milhões na cotação atual) por qualquer informação que pudesse levar a seu líder, um ugandense de 40 anos chamado Musa Baluku.
Pastor pede orações para Deus “arrebentar mandíbula do Lula”
Pr. Anderson Silva também quer que Deus adoeça ministros do STF
Thamirys Andrade - 16/06/2023 15h15 | atualizado em 16/06/2023 15h37
Declarações ocorreram no podcast Tretas & Diálogos Foto: Reprodução / Podcast Tretas & DiálogosO pastor Anderson Silva, da igreja Vivo Por Ti, se tornou um dos assuntos mais comentados do Twitter nesta sexta-feira (16) após defender que a igreja ore para Deus “arrebentar a mandíbula” do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e lançar enfermidades sobre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
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Na ocasião, Silva participava do seu podcast Tretas & Diálogos, em episódio que foi ao ar no dia 17 de maio, com participação do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).
– A igreja diz que está orando, mas talvez a gente não está orando na fé, na intensidade da fé, do tipo assim ó: o Guerreiro é Deus. Salmos 2 diz que o Senhor está rindo. Rindo por quê? Porque ele é capaz de destruir o imperador da Terra. Então, assim, faltam essas orações imprecatórias dos salmistas, “Senhor mata meus inimigos, quebra os dentes dos meus inimigos”. Falta a gente orar assim “Senhor, arrebenta a mandíbula do Lula”, “Senhor, prostra enfermos ministros do STF para que eles te conheçam no leito de enfermidade”. Parece que a gente não está crendo mais – declarou o pastor.
Embora tenha sido gravada há mais de um mês, a fala viralizou após o mestre em Geopolítica Vinicius Betiol publicar o trecho em questão nas redes sociais.
Como resultado, o ministro da Justiça do governo Lula (PT), Flávio Dino, comunicou por meio do Twitter que irá acionar a Polícia Federal devido às falas de Silva, descritas por ele como “anticristãs” e “criminosas”.
– Está na Bíblia a lição de Jesus Cristo, o Príncipe da Paz: “Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus!” (Mateus 5:9). A frase que incita violência é anticristã. E criminosa, por isso mandarei hoje para a Polícia Federal – assinalou Dino.
4 razões porque festas juninas evangélicas são sincréticas e afrontam a Deus
No afã de evangelizar, parte da Igreja brasileira tem se aproximado de conceitos anticristãos
Renato Vargens - 28/05/2018 09h47

Existe uma linha extremamente tênue entre contextualização e sincretismo religioso. Na verdade, ouso afirmar que não são poucos aqueles que, no afã de contextualizarem a mensagem, sincretizaram o Evangelho.
Antes de qualquer coisa, gostaria de afirmar que acredito na necessidade de contextualizarmos a mensagem da Salvação Eterna, sem que com isso, negociemos a essência do Evangelho. O problema é que devido a “gospelização” da fé, parte da Igreja brasileira começou a considerar todo e qualquer tipo de manifestação cultural ou religiosa como lícita; proporcionando com isso a participação dos crentes em eventos deste naipe, desde que portanto, houvesse mudança de nomenclatura.
Nessa perspectiva, apareceram as baladas, festas e boates gospel, como também os arraiais evangélicos.
Diante do exposto, gostaria de ressaltar de forma prática e objetiva as principais razões porque não considero lícito ou adequado cristãos organizarem ou participarem de arraiais evangélicos:
1. O background histórico das festas juninas são idólatras, no qual o objetivo final é venerar os chamados “santos católicos”.
Bom, ao ler essa afirmação talvez você esteja dizendo consigo mesmo: “Há, tudo bem, eu concordo, mas a festa junina que eu vou não é católica e sim evangélica, portanto, não rola idolatria.”
Pois é, o fato de transformarmos uma festa idólatra numa festa gospel, não a torna uma festa legitimamente cristã. Do ponto de vista das Escrituras é preciso que entendamos que não fomos chamados a imitar o mundo e sim a transformá-lo.
2. Outro ponto que precisa ser considerado é que ao criarmos uma festa junina evangélica, sem que percebamos, estamos contribuindo com a sincretização do evangelho. Um dos graves problemas da Igreja, ao longo da história, sempre foi a sincretização da fé.
3. Em terceiro lugar acredito que a participação, bem como organização de festas juninas por parte dos cristãos aponta efetivamente para a “mundanização” da Igreja.
Paulo, em Romanos, nos ensina a não nos conformarmos com este século (Romanos 12:1-2), o que significa nada mais, nada menos do que tomar a “forma” deste mundo.
4. Festa Junina não é evangelismo. Festa junina é paganismo. No afã de evangelizar, parte da Igreja brasileira tem se aproximado de conceitos anticristãos, negociando assim, valores que jamais deveriam ser negociados.
Talvez alguns estejam dizendo consigo mesmo: “O importante é que dá certo, por isso não vejo problema em participar de uma festa junina. Quantos incrédulos não vão a esses eventos?”.
Ora, como já escrevi inúmeras vezes, o fato de uma coisa dar certo, não significa que ela esteja certa. Entretenimento nunca foi a melhor estratégia usada para a evangelização.
Como bem dizia Spurgeon, a Palavra de Deus em nenhum momento nos incentiva a promover entretenimento com vistas a ganhar o perdido. O pregador inglês costumava afirmar que “Em nenhuma parte das Escrituras se diz que prover entretenimento às pessoas é uma função da Igreja”.
Ele também afirmou que o diabo raramente criou algo mais perspicaz do que sugerir à Igreja que sua missão consiste em prover entretenimento para as pessoas, tendo em vista ganhá-las para Cristo.
Diante do exposto não possuo a menor dúvida em afirmar que as igrejas que organizam festas juninas com danças, vestes caipiras e outras coisas mais, romperam a linha limite da contextualização embarcando de cabeça no barco do sincretismo.
Isto posto, me parece coerente e sábio que, em situações deste tipo, apliquemos a orientação paulina que diz: “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam” (1 Coríntios 10:22,23).
É o que penso!
sexta-feira, 9 de junho de 2023
17 novas igrejas foram criadas por dia no Brasil, diz estudo
Crescimento dos evangélicos foi objeto de estudo de um cientista político
Leiliane Lopes - 07/06/2023 20h37 | atualizado em 07/06/2023 20h46
Igreja Foto: PexelsDe acordo com dados citados por uma pesquisa do Centro de Estudos da Metrópole (CEM) da Universidade de São Paulo (USP), cerca de 17 novas igrejas foram abertas diariamente no Brasil em 2019.
O crescimento do segmento evangélico foi objeto de estudo do cientista político, Victor Araújo, associado do CEM, que chegou a fazer um panorama da mudança religiosa do país nas últimas décadas.
Segundo ele, poucas igrejas foram abertas pelo país do início dos anos 1900 até 1950 e o crescimento começou mesmo após os anos 1960.
– A gente passou de cerca de 100 igrejas nos anos 60 para mais de 60 mil templos em 2015. Então a gente tem um crescimento vertiginoso nas últimas décadas – declarou o pesquisador ao Jornal da USP.
Para ele, há “poucos precedentes na história recente do mundo de um crescimento de uma transição religiosa tão acelerada como essa que a gente está vendo no Brasil”.
Inclusive, Araújo chega a comparar o crescimento das igrejas protestantes no país com o que aconteceu na Europa. Por lá, a transição religiosa demorou cerca de 500 anos e no Brasil foram quatro décadas.
O pesquisador entende que pelo menos três fatores contribuíram para isso: a urbanização do país que levou a migração para o Sudeste; o incentivo para a abertura de novos templos; e o investimento das igrejas com rádios e televisões.
– Essas coisas meio que se retroalimentam, a ordem aqui geralmente é: mais igrejas abertas, mais fiéis, mais coleta de dízimo e mais capitalização – analisa Araújo.
Marcha para Jesus movimenta SP e reúne multidão de cristãos
Evento conta com presença do governador Tarcísio de Freitas e diversas atrações musicais
Pleno.News - 08/06/2023 12h49 | atualizado em 08/06/2023 16h12
Marcha para Jesus reuniu multidão em São Paulo / Foto: Estadão Conteúdo/Tiago Queiroz
Marcha para Jesus reuniu multidão em São Paulo / Foto: Estadão Conteúdo/Tiago Queiroz
Marcha para Jesus reuniu multidão em São Paulo / Foto: Photo Premium/Agência O Globo/Eduardo Carmim
Marcha para Jesus reuniu multidão em São Paulo / Foto: Photo Premium/Agência O Globo/Eduardo Carmim
Marcha para Jesus reuniu multidão em São Paulo / Foto: Ato Press/Agência O Globo/Melina D'Lourdes
Marcha para Jesus reuniu multidão em São Paulo / Foto: Ato Press/Agência O Globo/Melina D'Lourdes
Marcha para Jesus reuniu multidão em São Paulo / Foto: Photopress/Agência O Globo/Ronaldo Silva
Marcha para Jesus reuniu multidão em São Paulo / Foto: Photopress/Agência O Globo/Ronaldo Silva
Marcha para Jesus reuniu multidão em São Paulo / Foto: Fotoarena/Agência O Globo/Daniel Cymbalista
Marcha para Jesus reuniu multidão em São Paulo / Foto: Fotoarena/Agência O Globo/Daniel CymbalistaEvangélicos participam nesta quinta-feira (8), da Marcha para Jesus em São Paulo. O ato teve início às 10h, na Luz, na região central, e seguiu no final da manhã pela Avenida Santos Dumont em direção ao Campo de Marte, na Zona Norte da cidade.
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Entre as atrações que fazem parte do evento, estão os cantores Anderson Freire, Bruna Karla, Fernanda Brum, Gabriel Guedes, Júlia Vitória, Maria Marçal, Thalles Roberto, Theo Rubia, banda New ID, Pr. Lucas, Ton Carfi, Sarah Beatriz e muito mais.
O governador Tarcísio de Freitas e aliados estarão no evento. O senador Marcos Pontes (PL-SP) também confirmou presença.
Neste ano, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que participou em diversas edições da Marcha, não estará. Convidado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também não acompanha o evento que reúne milhares de pessoas na capital paulista.
O organizador da Marcha, apóstolo Estevam Hernandes, sustentou que o ato não tem caráter político, e disse que Lula seria bem recebido pelos evangélicos se estivesse presente.
– Lula mandou uma carta muito bem elaborada, reconhecendo a importância da Marcha e se colocando a disposição. Por força de compromissos, ele não veio. Nós gostaríamos que ele viesse, por isso mandamos o convite. O receberíamos como presidente, com muita alegria, porque a marcha é apartidária – disse ao Estadão.
Na carta citada por Estevam, Lula disse que um dos seus “maiores orgulhos” foi ter sancionado a lei que estabelece o Dia Nacional da Marcha para Jesus. O documento aponta que a deputada federal Benedita da Silva e o ministro-chefe da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, o representarão no evento. Eles estarão no palco montado no Campo de Marte às 14h.
– Aqui tem pessoas que não gostam do Lula e gostam do Bolsonaro e vice-versa. A gente não alimenta esse tipo de coisa [rixa política] no povo. Claro que temos posicionamentos pessoais e valores – completou Estevam Hernandes.
Ele disse que a organização do evento convidou o ex-presidente. O apóstolo apoiou Bolsonaro em 2022, ano de disputa eleitoral. Na ocasião, a Marcha para Jesus contou com participação do então presidente, candidato que tinha maior apoio entre os evangélicos.
No ato, Bolsonaro pregou que estava em curso uma luta do bem contra o mal.
– Somos contra o aborto, somos contra a ideologia de gênero, somos contra a liberação das drogas, somos defensores da família brasileira. Nós somos a maioria do país, a maioria do bem, e, nessa guerra do bem contra o mal, o bem vencerá – disse Bolsonaro a apoiadores.
*Com informações da AE
segunda-feira, 5 de junho de 2023
PSOL quer convocar evangélicos que foram a Brasília em 8/1
Parlamentares de esquerda desejam saber se igrejas financiaram os ataques contra as sedes dos Três Poderes
Leiliane Lopes - 04/06/2023 17h21
Os deputados federais Erika Hilton (PSOL-SP) e Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ) apresentaram requerimentos na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de janeiro para convocar os evangélicos que foram até Brasília naquela data.
Os parlamentares usaram reportagens do UOL sobre a participação de igrejas que teriam fretado ônibus para participarem da manifestação na capital federal.
Os representantes da esquerda querem investigar se houve financiamento de igrejas nos ataques contra as sedes dos Três Poderes. Para isso, eles desejam chamar para depor os presos pela Polícia Federal que admitiram que estavam em caravanas de evangélicos.
Vieira acredita que essa linha de investigação pode beneficiar o segmento religioso.
– Poderemos distinguir as pessoas que têm uma fé generosa, amorosa e pacífica, daquelas que sequestram a religião, a espiritualidade e a fé para legitimar seus projetos de poder, violência e destruição da democracia – justifica o psolista.
GUERRA SANTA
Para a professora de Direito e ex-deputada estadual, Janaina Paschoal, a convocação de evangélicos na CPMI do 8 de janeiro pode incidir no erro de criminalizar religiões. Em seu entendimento, não há crime no fato das igrejas criarem caravanas para participarem de atos que eram pacíficos.
– Espero que os parlamentares de esquerda não incidam no erro de criminalizar religiões. O fato de uma igreja enviar fiéis para uma manifestação, a princípio pacífica, não constitui crime. Se eu fosse Lula ficaria bem atento a esses requerimentos do PSOL à CPMI do 08 de janeiro. Não queremos “guerras santas” neste País! Eu já dei o mesmo conselho a Dona Michelle [Bolsonaro]. Não há ideologia no que estou escrevendo. Há uma preocupação real – comentou.
Bíblia é proibida em escolas de Utah por conteúdo pornográfico
Decisão ocorreu após denúncia de pai de aluno
Pleno.News - 02/06/2023 20h40 | atualizado em 03/06/2023 13h18
Bíblia é proibida em algumas escolas de estado nos EUA por conteúdo “pornográfico” Foto: PixabayVárias escolas de um distrito escolar de Utah, nos Estados Unidos, proibiram a Bíblia. A decisão ocorreu depois que o pai de um aluno denunciou o livro sagrado como “pornográfico”, segundo uma polêmica lei estadual que permite retirar dos colégios livros considerados inadequados para os estudantes.
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O pai disse que a Bíblia contém passagens sobre incesto, estupro e prostituição, e é essencialmente “pornográfica” de acordo com uma lei estadual aprovada em 2022, que tem sido usada principalmente por grupos conservadores para censurar livros com temática racial ou LGBT, conforme informou, nesta sexta-feira (2), o jornal The Salt Lake Tribune.
A queixa, referente ao distrito escolar de Davis, teve uma longa tramitação desde que foi apresentada, em dezembro do ano passado. Nesta semana, depois de uma análise, um comitê dedicado ao assunto decidiu que a Bíblia será removida de sete ou oito escolas de ensino fundamental I e II, mas as de ensino médio poderão mantê-la.
Para surpresa de muitos, depois de saber da decisão, nesta sexta-feira, o legislador republicano que promoveu a lei que restringe o acesso a livros “indecentes”, Ken Ivory, que primeiro criticou o rótulo “pornográfico” da Bíblia e disse que era uma “piada” e uma deturpação política, voltou atrás e até parabenizou o veto do comitê ao texto religioso nas salas de aula e bibliotecas das crianças mais novas.
Em um post no Facebook, Ivory chamou a Bíblia de “leitura complicada” para os alunos mais jovens no sistema de ensino, acrescentando que “tradicionalmente, nos EUA, a Bíblia é melhor ensinada e melhor compreendida em casa e ao redor da lareira, como uma família”.
De acordo com o The Salt Lake Tribune, os pais que entraram com a ação judicial o fizeram devido à frustração com o fato de os livros estarem sendo retirados das escolas graças a reclamações conservadoras, uma tendência observada em abril pelos principais grupos de liberdade de expressão dos EUA, a American Library Association (ALA) e a organização de escritores PEN America.
*EFE
14 mil igrejas no Brasil apoiaram o Domingo da Igreja Perseguida
São mais de um milhão de cristãos em 27 estados clamando pelos cristãos perseguidos
Pleno.News - 04/06/2023 21h35
Cristãos de 11 nações vivem perseguição extrema Foto: Reprodução Portas AbertasNeste domingo (4), mais de 14 mil igrejas no Brasil participaram do Domingo da Igreja Perseguida (DIP), uma campanha que tem como objetivo interceder e apoiar os países mais perigosos para os cristãos.
Unidos no mesmo propósito, essas igrejas clamaram pelas 11 nações em que a perseguição religiosa é extrema, onde seguir a Jesus pode significar a morte.
A Comunidade Evangélica Transformar, em São Paulo, participou da campanha pelo 10º ano consecutivo. Além de uma decoração especial, os cristãos locais assistiram uma peça de teatro que contava o testemunho de irmãos na Nigéria como Ayuba e Rebecca Sharibu, que espera por anos uma notícia da filha sequestrada por extremistas islâmicos.
O líder da Comunidade, pastor Valmir Santos, também foi tocado por diversos testemunhos de cristãos perseguidos retratados em livros como a Fuga da Coreia do Norte e reconhece que o benefício para a igreja é grande.
– O DIP trouxe a visibilidade da Igreja Perseguida, aumenta o sentimento de compaixão e gerou uma maturidade na igreja. À medida que começamos a orar pelos cristãos em países onde há perseguição, começamos um movimento de intercessão dentro da própria igreja – disse o pastor.
Outra denominação que apoiou a campanha foi a Igreja do Nazareno em Cuiabá (MT) que reservou um espaço no culto para o DIP. Os membros assistiram a vídeos de testemunhos e durante a ceia foram lembrados que muitos cristãos perseguidos não têm o privilégio de participar da comunhão em memória de Jesus.
É a terceira vez que Luiz Gustavo de Castro organiza o DIP, mas é a primeira nessa comunidade de fé.
– O DIP é uma excelente ferramenta para levar a igreja a conhecer os cristãos perseguidos. É maravilhoso perceber o nosso crescimento a partir de seus testemunhos – comentou o líder religioso.
Algumas igrejas incentivaram as crianças a orarem pela Igreja Perseguida, com atividades próprias para as idades. O objetivo é despertar a nova geração a respeito dos mais de 360 milhões de cristãos perseguidos ao redor do mundo.
Além de orar, o DIP 2023 também fala sobre apoiar financeiramente os trabalhos da Portas Abertas, uma entidade que destina valores para suprir as necessidades físicas, emocionais e espirituais dos cristãos perseguidos.














