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terça-feira, 12 de maio de 2026

*Discernimento que nasce da Palavra*






_Compreendo mais do que todos os meus mestres, porque medito nos teus testemunhos._(Sl 119.99)




Em um tempo marcado por muitas vozes, opiniões e escândalos no meio cristão, o salmista nos lembra que o verdadeiro entendimento não nasce da autoconfiança nem da influência humana, mas da meditação constante na Palavra de Deus. Quando ele afirma compreender mais do que seus mestres, não fala a partir do orgulho, e sim da experiência de alguém que se submeteu aos testemunhos do Senhor. Há uma diferença entre acumular informação religiosa e desenvolver discernimento espiritual. A prudência bíblica nasce quando o coração aprende a ouvir Deus acima do barulho do nosso tempo.




Por isso, mais do que repetir discursos ou seguir personalidades, precisamos cultivar uma fé examinada pelas Escrituras, com humildade, temor e sinceridade diante de Deus. Nem toda voz que se apresenta como espiritual conduz à verdade, e nem todo conhecimento produz sabedoria. O cristão prudente é aquele que volta continuamente à Palavra para julgar seus caminhos, suas referências e suas convicções. Em dias de confusão, permanecer nas Escrituras não é apenas uma prática devocional; é uma necessidade para quem deseja conservar o coração firme, simples e sensível à direção do Senhor.


segunda-feira, 25 de junho de 2018

Sobre o capítulo final da novela Apocalipse da rede Record.

Durante os últimos meses assisti a novela Apocalipse desarmado, sem reservas por causa da IURD, e das suas ações questionáveis e devo dizer: não me arrependi. A novela nada mais é que uma ficção apocalíptica, e como tal não tinha mesmo como ser um primor de exatidão teológica e bíblica. No entanto acredito que a novela foi bem sucedida em mostrar, mesmo que palidamente, o que espera a geração que estará viva e passará pela grande tribulação, que precede a segunda vinda do Messias. Não se iluda. O mundo não vai melhorar. Vai piorar. E quanto mais se aproxima o dia mais difícil ficará para os que crêem em Cristo a convivência com os descrentes e também com os religiosos. Outra coisa que a novela foi bem sucedida em mostrar, foram as situações que se acercam da vida dos seres humanos e também dos cristãos. Sim. Pq nós não somos daqui. 
E as dificuldades dessa vida holograma são muitas. Vícios em membros da família, decisões erradas que tomamos, pecados que cometemos, arrependimentos que vivemos, tristezas e dores que sentimos. Os mesmos problemas de qualquer família em qualquer parte do globo terrestre. Hoje mesmo a igreja de Cristo sofre grandes dificuldades. Temos inimigos no arraial. Temos nossos próprios erros como indivíduos e como corpo. Temos a nossa falta de discernimento de várias passagens das Escrituras que passados mais de dois mil anos dão margem a diversas interpretações. Temos o ódio do sistema do mundo que se opõe a nós. Principalmente do sistema religioso. Sistema esse que vai nos odiar mais ainda à medida que denunciar-mos suas maldades. É. É uma luta guardar a fé. Por isso o apóstolo Paulo chamava de o bom combate. Temos nossos próprios pecados que nos envergonham e envergonham o nome do nosso Salvador. 
Mas obstante a isso temos o principal para vencer o mundo. Temos o Messias, o Salvador, o ungido de Deus, o Cristo, o Cordeiro Santo que venceu, temos o cavaleiro do cavalo branco.
E no final da novela, as cenas da volta do Messias são muito bem executadas e emocionam. No momento certo, onde a igreja parece mais frágil, indefesa e liquidada o bom Pastor retorna e livra suas ovelhas da mão do lobo. É emocionante essa cena. Chega a sair um suor masculino dos olhos. Acredito que a novela tem seu valor como história e como proclamação da fé cristã. Mas cá entre nós, mesmo com o ser humano confundindo frequentemente fé com fezes, pisando na bola tipo bicho como a gente diz aqui no sul, sejamos menos rabugentos e reconheçamos que como produto de entretenimento cristão a novela foi competente e ainda dará frutos. Infelizmente para a IURD não será em número de fiéis, pq as suas franquias(igrejas), aqui no sul por exemplo, estão cada vez mais vazias. As pessoas estão acordando.

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Igreja Livre: Meditando sobre o Ide de Jesus, a ordem que nos deu. O que fazer? O que não fazer?

Mt 28:18-20 


 Boa noite amados. É com alegria que venho compartilhar com vcs mais uma meditação na Palavra. E o texto que meditamos hj é um dos mais conhecidos da Bíblia. O "Ide" de Jesus para os discipulos. O Senhor Jesus deixou a todo seguidor seu esta ordem de evangelizaçao, de compartilhamento do Evangelho do Reino. E de modo muito diferente vamos focar essa meditação em algo que Jesus NÃO mandou seus discipulos fazerem: construir templos! Já vimos em outros estudos anteriores que a Igreja Santa fundada por Jesus nao se reunia em templos. Se reuniam no máximo no pátio do templo em Jerusalém, nas casas, em locais publicos como praças e areas verdes, e também algumas vezes pregando para os judeus em sinagogas. E sinagoga não é templo. Curioso notar que nem o pátio do templo, nem as sinagogas foram construídos pelos seguidores de Cristo. Na verdade se for fazer-se um estudo detalhado, se verá que NUNCA, JAMAIS, em hipótese alguma os discipulos construíram templos. Onde houvessem discipulos reunidos, alí estava a Igreja. Vale lembrar que Igreja não é prédio. Igreja é o povo de Deus. Infelizmente quando Constantino tornou o cristianismo religião oficial do império romano, ele contaminou a Igreja com superstiçoes, sincretismos e carnalidades que persistem na Igreja de Cristo até os dias de hoje. E mesmo com a Reforma Protestante muitas das tradições sincretistas de Constantino continuaram na Igreja protestante. Principalmente a estrutura religiosa templista. Jesus tornou a todo cristão um sacerdote. Constantino roubou isso de nós com suas doutrinas impuras e a Reforma recuperou o sacerdócio universal dos crentes apenas em parte. Hoje o Senhor quer completar essa obra trazendo a Igreja para o lugar de onde nunca devia ter saído: os lares. Sejamos cooperadores de Cristo nesta obra. Amém.

domingo, 2 de abril de 2017

Salomão - O Rei da Polêmica


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Salomão
Rei de Israel
King-Solomon-Russian-icon.jpg
Ícone de Salomão em monastério russo.
Reinado966 - 926
ConsorteFilha do Faraó Psusenes II
Antecessor(a)David
Sucessor(a)Roboão(em Judá), Jeroboão(em Israel)
 Jerusalém
Morte931 a.C.
 Jerusalém
PaiDavid
MãeBate-Seba
Salomão foi um rei de Israel (mencionado, sobretudo, no Livro dos Reis), filho de David com Bate-Seba, que teria se tornado o terceiro rei de Israel, governando durante cerca de quarenta anos (segundo algumas cronologias bíblicas, de 966 a 926).


Salomão na tradição bíblica[editar | editar código-fonte]

O nome Salomão ou Shlomô (em hebraico: שלמה), deriva da palavra Shalom, que significa "paz" e tem o significado de "Pacifico". Também chamado de Jedidias (em árabe سليمان Sulayman) pelo profeta Natã. (II Samuel 12:24, 25)
Idealização do Templo de Salomão
Foi quem, segundo a Bíblia (em Reis e em Crônicas), ordenou a construção do Templo de Jerusalém, no seu 4.º ano, também conhecido como o Templo de Salomão. Depois disso, mandou construir um novo Palácio Real para o Sumo Sacerdote, o Palácio da Filha de Faraó, a Casa de Cedro do Líbano e o Pórtico das Colunas. A descrição do seu Trono era exemplar único em seus dias. Mandou construir fortes muralhas na cidade de Jerusalém, bem como diversas cidades fortificadas e torres de vigia.
Salomão se notabilizou pela sua grande sabedoria, prosperidade e riquezas abundantes, bem como um longo reinado sem guerras. Foi após a sua morte, que ocorre o previsto cisma nas Tribos de Israel, originando o Reino de Judá (formado pelas 2 Tribos), ao Sul, e o Reino de Israel Setentrional (formado pelas 10 Tribos), ao Norte.

Riquezas de Salomão[editar | editar código-fonte]

Taça de Ouro.
"O peso do ouro que se trazia a Salomão cada ano era de seiscentos e sessenta e seis talentos de ouro"[1] (equivalente a cerca de 10 toneladas de ouro) de tributos, além das outras fontes que não eram o próprio povo.[2] "Todas as taças de que se servia o rei Salomão eram de ouro,[...]não havia nelas prata, porque nos dias de Salomão não se dava a ela estimação nenhuma"[3], ou seja, a riqueza em ouro do rei era tamanha que não precisava demonstrar sua riqueza em prata. Uma hipérbole bíblica: "Fez o rei que, em Jerusalém, houvesse prata como pedras e cedros (madeira nobre) em abundância como os sicômoros (espécie de árvore comum na região) que estão nas planícies."[4]
"O rei tinha no mar uma frota de Társis, com as naus de Hirão; de três em três anos, voltava a frota de Társis, trazendo ouro, prata, marfim, bugios e pavões. Assim, o rei Salomão excedeu a todos os reis do mundo, tanto em riqueza como em sabedoria. Todo o mundo procurava ir ter com ele para ouvir a sabedoria que Deus lhe pusera no coração. Cada um trazia o seu presente: objetos de prata e de ouro, roupas, armaduras, especiarias, cavalos e mulas, assim, ano após ano."[5]
O rei Salomão realizou uma expedição a Ofir, terra cuja localização é imprecisa. "Dentre as sugestões apresentadas estão o oeste da Arábia, o cabo Horn, na África, a Índia e até mesmo o Peru."[6] Nesta expedição ele contou com o apoio de seu amigo, o rei de Tiro, Hirão, que enviou-lhe marinheiros experientes.[7] A descrição da expedição é "Chegaram a Ofir e tomaram de lá quatrocentos e vinte talentos de ouro (equivalente a cerca de 16 toneladas de ouro), que trouxeram ao rei Salomão".[8]

Templo de Salomão[editar | editar código-fonte]

Salomão ordenou a construção do primeiro Templo de Jerusalém, o qual começou a ser construído no quarto ano de seu governo, no segundo mês do ano 480 depois da saída de Israel do Egito. Foram necessários 30 000 trabalhadores para serrar a madeira no Líbano, 70 000 para o transporte das cargas e 80 000 que talhavam as pedras nas montanhas, além de 3 300 chefes-oficiais.[9]
O Templo media sessenta côvados de comprimento, vinte de largura e trinta de altura.[10] Era todo revestido em seu interior por cedro, madeiras nobres, e nenhuma pedra se via; o chão era de tábuas de cipreste, também madeira nobre; posteriormente cobriu-se todo o interior do templo de ouro puro.[11] O Santo dos Santos, câmara mais especial, que guardava a Arca da Aliança, era revestido totalmente de ouro, e era um cubo cuja aresta media vinte côvados.[12] O altar também foi coberto de ouro. O Templo também apresentava enormes átrios (pátios) exteriores[13]

Reinado de Salomão[editar | editar código-fonte]

Rei Salomão,filho de David, em seu trono.
Existem diferentes datas para divisão do reino de Israel. Veja isso em Cronologia Bíblica.
Adonias, o filho primogénito de David, proclamou-se pretendente ao Trono e sucessor de seu pai. Segundo os profetas, era da vontade Divina que o sucessor fosse Salomão, filho de David e Bate-Seba. Visto que Salomão não era o herdeiro imediato ao Trono, isso levou a intrigas e conspirações pelos partidários de Adonias. O direito de Salomão ao trono é assegurado mediante ação decidida de sua mãe, do Sumo Sacerdote Zadoque e do profeta Natã, com aprovação do idoso Rei David. Logo que se tornou rei, Salomão eliminou todos os conspiradores e consolidou o seu reinado.
Diferentemente de seu pai, Salomão não se tornou um líder guerreiro, pois isso não foi preciso. Soube manter a grande extensão territorial que herdara de seu pai. Mostrou, de acordo com a tradição judaica, ser um grande governante e um juiz justo e imparcial. Soube habilmente desenvolver o comércio externo e da indústria, as relações diplomáticas com países vizinhos, o que levou a um progresso considerável das cidades israelitas.
Salomão casou-se com uma filha do faraó (Anelise) e recebeu como dote de casamento a cidade cananeia de Gezar. Renovou a aliança comercial com Hirão, Rei de Tiro. Ficou conhecido por ter ordenado a construção do Templo de Jerusalém (também conhecido como o Templo de Salomão), no Monte Moriá. Isto ocorreu no seu 4º ano de reinado, exatamente no 480.º ano (479 anos completos mais alguns dias ou meses) após o Êxodo de Israel do Egipto. (Os historiadores e exegetas bíblicos consideram esta data como artificial, embora haja alguns biblistas que a consideram uma sincronização autêntica.)
Após isso mandou construir fortes muralhas na cidade de Jerusalém, bem como mandou reconstruir e fortificar diversas cidades (como por exemplo, Megido, Bete-Seã, Hazor…) e construir cidades-armazém.
Salomão organizou uma nova estrutura administrativa, dividindo as terras em 12 distritos administrativos governados por funcionários nomeados diretamente pela administração central. No exército, deu especial importância a cavalaria e aos carros de guerra. Dispunha no porto de Eziom-Geber, no golfo de Aqaba de uma frota de navios comerciais de longo curso, chamados de "navios de Társis".
Segundo I Reis 11:3, A estas nações uniu-se Salomão por seus amores. Teve setecentas esposas de classe principesca e trezentas concubinas. E suas mulheres perverteram o coração.

Divisão do Reino[editar | editar código-fonte]

Com a sua morte, Roboão, seu filho, sucedeu-lhe no trono. Em vez de ouvir o conselho dos anciãos das tribos de Israel para aliviar a carga tributária e os trabalhos compulsórios impostos por seu pai, ele mandou aumentá-los. Isso levou à rebelião das tribos setentrionais e à divisão do Reino em dois novos reinos: o Reino de Israel Setentrional (ou Reino das 10 Tribos, tendo como rei Jeroboão I), e o Israel Meridional (tendo por capital Jerusalém e como rei, Roboão).

Tradição posterior[editar | editar código-fonte]

A tradição posterior imputaria a Salomão grande sabedoria e ao seu reinado o status de época áurea. Ele é considerado dentro da tradição judaico-cristã, como o homem mais sábio que já viveu até então. A Bíblia nos relata que no seu reinado diversos reis e governantes vinham a Israel fazer perguntas e receber conselhos do rei Salomão, incluindo a rainha de Sabá. Durante os séculos posteriores, diversas obras de outros autores eram imputadas a Salomão, para dar-lhes valor.

História do bebê[editar | editar código-fonte]

A Salomão é atribuída a famosa história de que duas mulheres foram ao seu palácio. Duas mulheres tiveram filhos juntos, um dos filhos morreu e a mãe do que morreu, pegou o da outra mãe. De manhã, ela percebeu que aquele que tinha morrido não era seu filho e começaram a discutir. Foram até o palácio do rei Salomão e contaram-lhe a história. Ele mandou chamar um dos guardas e lhe ordenou: "Corte o bebê ao meio e dê um pedaço para cada uma". Falado isso, uma das mães começou a chorar e disse: "Não, eu prefiro ver meu filho nos braços de outra do que morto nos meus", enquanto a outra disse: "Pra mim é justo". Salomão, reconhecendo a mãe na primeira mulher, mandou que lhe entregassem o filho.[14]

Tratamento[editar | editar código-fonte]

Por ser um rei muito antigo, Salomão não tinha um tratamento moderno na forma como conhecemos hoje. O soberano reinante era tratado como "Senhor" ou "Meu Rei".

Salomão na tradição islâmica[editar | editar código-fonte]

O rei Salomão aparece no Corão com o nome de Sulayman ou Suleiman. No Islão, é considerado como um profeta e um grande legislador da parte de Alá .

Salomão, à luz da História e da Arqueologia[editar | editar código-fonte]

O principal documento que diz a respeito do Rei Salomão é a própria Bíblia,que diz que ele tinha centro um reino amplo e próspero, conforme descrito no Livro dos Reis.Ademais, tendo sido Salomão um rei famoso por sua sabedoria e riqueza (como mostrado na Bíblia),tanto que a Rainha de Sabá ouviu a fama de Salomão,viajou a Jerusalém,e se encantou com a sua sabedoria. Entretanto, as menções acerca da riqueza de Salomão e do reino de Israel presentes na Bíblia não são apenas superficiais, mas relatam expressivas fortunas, como a adquirida na expedição a Ofir, onde o lucro foi de cerca de dezesseis toneladas de ouro (precisamente 420 talentos de ouro)[15], e a necessária para a construção do Templo de Salomão (veja os tópicos: Templo de Salomão e Riquezas de Salomão).
Em 2010,foi descorbetas antigas fortalezas escavadas em Jerusalém que sustentam a narrativa bíblica da época do Rei Salomão.[16]

Títulos nobiliárquicos & tratamentos[editar | editar código-fonte]

  • 971 a.C.-931 a.C.: O rei Salomão do Reino Unido de Israel & Judá

Ver também[editar | editar código-fonte]

O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Salomão

Referências

  1. Ir para cima ↑ Bíblia de Genebra, 2° Edição Revisada e Ampliada, Página 463, I Reis 10:14
  2. Ir para cima ↑ Bíblia de Genebra, 2° Edição Revisada e Ampliada, Página 463, I Reis 10:15
  3. Ir para cima ↑ Bíblia de Genebra, 2° Edição Revisada e Ampliada, Página 463, I Reis 10:21
  4. Ir para cima ↑ Bíblia de Genebra, 2° Edição Revisada e Ampliada, Página 463, I Reis 10:27
  5. Ir para cima ↑ Bíblia de Genebra, 2° Edição Revisada e Ampliada, Página 463, I Reis 10:23-25
  6. Ir para cima ↑ Bíblia de Genebra, 2° Edição Revisada e Ampliada, Página 462, I Reis 10:26-28
  7. Ir para cima ↑ Bíblia de Genebra, 2° Edição Revisada e Ampliada, Página 462, I Reis 10:27
  8. Ir para cima ↑ Bíblia de Genebra, 2° Edição Revisada e Ampliada, Página 462, I Reis 10:28
  9. Ir para cima ↑ Bíblia de Genebra, 2° Edição Revisada e Ampliada, Páginas 451 e 452, I Reis 5:13-18
  10. Ir para cima ↑ Bíblia de Genebra, 2° Edição Revisada e Ampliada, Página 452, I Reis 6:2
  11. Ir para cima ↑ Bíblia de Genebra, 2° Edição Revisada e Ampliada, Páginas 452 e 453, I Reis 6:15,21
  12. Ir para cima ↑ Bíblia de Genebra, 2° Edição Revisada e Ampliada, Páginas 452 e 453, I Reis 6:20,21
  13. Ir para cima ↑ Bíblia de Genebra, 2° Edição Revisada e Ampliada, Página 453, I Reis 6:22
  14. Ir para cima ↑ Bíblia de Genebra, 2° Edição Revisada e Ampliada, Página 449, I Reis 3:16-28
  15. Ir para cima ↑ Bíblia de Genebra, 2° Edição Revisada e Ampliada, Página 462, I Reis 9:26-28
  16. Ir para cima ↑ «Ruínas de três mil anos fornecem prova da existência do Rei Salomão - Mundo - iG». Último Segundo 
Precedido por:
David
Rei de Judá
49 anos
Sucedido por:
Roboão
Rei de Israel
49 anos
Sucedido por:
Jeroboão I



sexta-feira, 31 de março de 2017

Maioria dos cristãos não conhece a Bíblia, revela pesquisa






A maioria das pessoas que se identificam como “cristãos nascidos de novo”, termo que os distinguiria dos “cristãos nominais”, possuem uma visão de mundo que está em desacordo com a Bíblia.

Essa é a conclusão de um
novo estudo realizado pelo Instituto Americano de Cultura e Fé, nos Estados Unidos [ACFI, na sigla original].

A constatação do levantamento, que entrevistou seis mil pessoas, é que os fiéis, apesar de frequentarem a igreja regularmente não conhecem a Bíblia em detalhes, ignorando e até contrariando os ensinamentos das Escrituras sobre princípios morais e hábitos cotidianos.

Segundo o ACFI, somente 14% sabiam responder questões básicas ligadas à fé que professam. Estranhamente, 30% possuem uma “perspectiva bíblica” da vida, embora 79% afirmam que vivem de acordo com as Escrituras. Além disso, apenas 40% se consideram “conservadores” em relação a questões políticas.

O questionário continha 20 perguntas, com temas envolvendo tanto comportamento social quanto conhecimento das doutrinas cristãs. As respostas dos entrevistados eram comparadas com trechos da Bíblia. Depois, separadas por faixas de acerto. A categoria “discípulos integrados” era a mais alta, identificando como as pessoas com maior conhecimento bíblico mostravam isso na prática, através de decisões em sua vida cotidiana.

“Nossa pesquisa coletou informações sobre atitudes e comportamentos relacionados a questões práticas como mentir, trapacear, roubar, assistir pornografia, conhecer a natureza de Deus e as consequências do pecado”, esclarece George Barna, líder do projeto intitulado Christianity 101 [Cristianismo Básico].

O portal Christian Today,
que divulgou os resultados, afirmou o levantamento expõe o “abismo” existente entre os que se identificam como cristão e sua maneira de ver a vida.

“Isso é um alerta sobre a discrepância entre a porcentagem de pessoas que se consideram cristãs e aqueles que, de fato, possuem uma visão bíblica sobre o mundo, que são pouco mais de 10%. Isso é alarmante”, lamentou George.

Logo na primeira questão, os entrevistados precisavam dizer se concordavam com a afirmação que foram perdoados de seus pecados pela fé em Jesus Cristo como seu Salvador e que não podiam fazer nada para merecer a vida eterna. Apenas um terço das pessoas disse concordar totalmente.

Surpreendentemente, 77% acredita que todas as pessoas são basicamente boas, apesar da doutrina do pecado original claramente ensinada no Livro do Gênesis.

Menos da metade (46%) afirmam ler a Bíblia pelo menos uma vez por semana. Isso pode ajudar a explicar por que a maioria deles, nas palavras do ACFI, “se afastou do ensino bíblico”.

Questionados sobre sua postura teológica, 54% se descrevem como seguidores da doutrina tradicional. Pouco mais de um terço (35%) afirma ser teologicamente “moderado”, e 10% aceita o rótulo de “liberal”.

Ainda que digam ser “evangélicos”, menos de quatro em cada 10 (38%) compartilha sua fé com os não-crentes com frequência.

Além disso, pouco mais da metade (54%) têm opiniões “conservadoras” sobre o tamanho ideal, o alcance e o poder do governo. Estranhamente, 34% dizem preferir o socialismo ao capitalismo.

“Infelizmente, vemos que muitos cristãos nascidos de novo são muito confusos quando se trata de explicar suas crenças teológicas”, disse Barna. “Essas crenças são a base de suas opiniões políticas e escolhas de estilo de vida. Embora todos sejamos pecadores e estamos muito aquém do que Deus espera de nós, talvez estejamos tão seduzidos pela cultura secular em que vivemos que perdemos o contato com a verdade bíblica. O perfil teológico e o comportamental desses cristãos, mostra-nos a pesquisa, é perturbador e terá severas consequências negativas a longo prazo em nossa cultura”.

Questionado sobre como uma pesquisa poderia julgar a sinceridade da fé das pessoas, Barna respondeu que a intenção era mostrar, pela frieza dos números, o nível de conhecimento e/ou envolvimento dos que se dizem cristãos com os princípios bíblicos.

“Toda vez que você tenta medir a visão de mundo ou a posição espiritual das pessoas, precisa fazer isso com cuidado. Reconheço que esta pesquisa fornece somente uma estimativa, não é um absoluto. Somente Deus realmente sabe quem possui uma cosmovisão bíblica. Só Deus sabe o que há na mente e no coração de cada pessoa”, resumiu.



Fonte: http://eclesia.com.br/portal/maioria-dos-cristaos-nao-conhece-a-biblia-revela-pesquisa/