O túmulo está vazio, pois o Redentor vivo para sempre está!!!!!!!!

segunda-feira, 7 de setembro de 2026

Bíblia Etíope.



artigo extraído do facebook de Rosana Batista. 

Quando eu percebi que Hebreus 11 descreve um homem sendo “serrado ao meio” e eu não conseguia encontrar essa história em nenhum lugar do meu Antigo Testamento, eu soube que alguma coisa estava faltando na minha Bíblia.
Eu estava seguindo um daqueles planos de ler a Bíblia inteira em um ano. Um daqueles bem organizados, com leituras todos os dias. Eu já estava seguindo o plano havia nove meses sem falhar. Estava me sentindo bem com aquilo.
Então cheguei a Hebreus 11. O capítulo conhecido como a “Galeria da Fé”. A maior sequência de exemplos de fé das Escrituras.
O versículo 37 lista as maneiras como os fiéis sofreram. Apedrejados. Tentados. Mortos ao fio da espada.
Então aparece esta frase: “Foram serrados ao meio.”
Eu parei de ler. Li o versículo novamente.
Serrados ao meio. Isso não é uma metáfora. É uma execução específica e brutal. O autor de Hebreus claramente está fazendo referência a uma pessoa real. Uma história real. Uma história que o público original obviamente conhecia.
Então fui procurar.
Procurei de Gênesis até Malaquias. Cada profeta. Cada narrativa. Cada ato de violência e perseguição.
Ninguém é serrado ao meio. Não na minha Bíblia.
Pesquisei no aplicativo de concordância bíblica do meu celular. Nada. Consultei três Bíblias de estudo diferentes. Uma delas tinha uma nota de rodapé dizendo: “Tradicionalmente atribuído a Isaías, segundo a tradição judaica.”
Segundo a tradição judaica. Não segundo a Bíblia.
Aquilo me incomodou.
Porque Hebreus não está citando folclore. O autor coloca essa execução ao lado de histórias verificáveis — Abraão, Moisés, Raabe, Davi. São referências históricas. Por que ele mudaria de repente para uma lenda impossível de verificar no meio da lista?
Ele não faria isso. Estava fazendo referência a um texto ao qual seu público tinha acesso.
Um texto que eu não tinha.
Fui procurar. Encontrei em um livro chamado A Ascensão de Isaías. Um texto antigo que descreve o profeta Isaías sendo executado pelo rei Manassés — colocado dentro de um tronco oco e serrado ao meio enquanto continuava profetizando.
É brutal. É de partir o coração. E explica Hebreus 11:37 perfeitamente.
Mas esse livro não está na minha Bíblia.
Aquilo me levou por um caminho que eu não esperava.
Comecei a procurar outros lugares em que o Novo Testamento parece fazer referência a histórias que não estão no cânone de 66 livros. E continuei encontrando.
Paulo escreve a Timóteo e menciona dois magos egípcios chamados Janes e Jambres que se opuseram a Moisés. Essa história não está em Êxodo. Esses nomes vêm de textos que estão fora do cânone tradicional.
Paulo fala sobre uma “rocha espiritual” que acompanhava Israel pelo deserto. Esse detalhe não vem apenas dos cinco livros de Moisés. Ele vem de tradições preservadas em textos como o Livro dos Jubileus.
O autor de Hebreus descreve Moisés escolhendo sofrer em vez de desfrutar dos “prazeres transitórios do pecado”. A versão ampliada dessa escolha — as dinâmicas políticas, a linha do tempo, o motivo — está em Jubileus, não em Êxodo.
Os autores do Novo Testamento estavam lendo livros que nunca tinham colocado nas minhas mãos.
Comentei isso na igreja num domingo. Não de maneira confrontadora. Apenas casualmente. Depois do culto, conversando com um dos presbíteros.
“Eu estava lendo Hebreus 11 e percebi que ele faz referência a uma história que não está no nosso Antigo Testamento. O profeta sendo serrado ao meio. Você sabe de onde vem isso?”
Ele pensou por alguns segundos. “Provavelmente é apenas uma tradição oral. Nem tudo precisa ter uma fonte escrita.”
Mas Hebreus trata aquilo como história. Coloca ao lado de Abraão e Moisés.
“Bem”, ele disse, “nós temos tudo de que precisamos para a salvação nos 66 livros.”
Talvez. Mas eu não estava perguntando sobre salvação. Estava perguntando sobre contexto. Sobre entender aquilo que os apóstolos entendiam quando escreveram as palavras que eu estava lendo.
Comecei a pesquisar. Não em sites de conspiração. Não em buracos sem fim do YouTube. Apenas história.
Descobri que entre o último profeta do Antigo Testamento, Malaquias, e o nascimento de Jesus existem aproximadamente 400 anos. Quatro séculos. O período que muitos pastores chamam de “Anos de Silêncio” ou “Período Intertestamentário”.
Mas Deus não ficou em silêncio durante aqueles 400 anos.
Foi nesse período que aconteceram a Revolta dos Macabeus. O surgimento dos fariseus e saduceus. A dinastia dos Hasmoneus. A transição do domínio persa para o grego e depois para o romano. O desenvolvimento das sinagogas.
Cada uma dessas coisas molda o mundo no qual Jesus entrou. Você não consegue entender por que os fariseus agiam daquela maneira sem conhecer a crise dos Macabeus. Não consegue entender por que o povo judeu odiava tão profundamente a ocupação romana sem saber o que aconteceu sob Antíoco Epifânio.
Essa história está registrada. Em 1 Macabeus. Em Eclesiástico. Na Sabedoria de Salomão. Em livros que estiveram na Bíblia cristã durante mais de mil anos.
Livros que foram removidos. Não porque provaram que eram falsos. Não porque novas evidências os desacreditaram. Eles foram removidos porque imprimi-los era caro, e determinados editores protestantes no século XIX decidiram que eles não eram essenciais.
Eles não foram removidos por Deus. Foram removidos por uma decisão de orçamento.
Descobri que a Bíblia King James original de 1611 — aquela que muitas pessoas apresentam como padrão máximo das Escrituras — incluía os Apócrifos. Ela foi publicada com esses livros entre o Antigo e o Novo Testamento. Os tradutores os colocaram ali de propósito.
Eles só foram arrancados depois. Pelos impressores. Para economizar no custo do papel.
Aquilo mudou alguma coisa dentro de mim.
Também descobri que a Igreja Ortodoxa Etíope nunca removeu nenhum desses textos. Eles mantêm o mesmo cânone de 88 livros há mais de 1.500 anos. A mesma coleção que possuem desde que o cristianismo chegou à Etiópia no século IV.
Enquanto as igrejas ocidentais discutiam quais livros manter e quais cortar, a Etiópia simplesmente continuou lendo a biblioteca inteira.
A mesma Etiópia mencionada em Atos 8, quando Filipe batiza o eunuco etíope. Uma das primeiras conversões registradas no Novo Testamento. Aquele homem voltou para casa com as Escrituras. E sua igreja preservou tudo.
E eles não preservaram apenas os livros extras. Preservaram o verdadeiro nome de Deus — Yahweh — em todas as páginas. O mesmo nome que foi retirado mais de 6.800 vezes das traduções ocidentais e substituído por “Senhor”.
Os Manuscritos do Mar Morto, descobertos em 1947, confirmaram aquilo que a Etiópia vinha dizendo o tempo inteiro. Os manuscritos bíblicos mais antigos já encontrados não correspondiam à Bíblia ocidental. Correspondem à da Etiópia.
Durante 2.000 anos, o mundo leu 66 livros enquanto a Etiópia silenciosamente protegia todos os 88. Não porque fossem hereges. Porque nunca foram conquistados.
Encontrei uma cópia de A Bíblia Etíope Completa, da Ethiopica. O cânone completo. Todos os 88 livros. Em português. Com uma formatação fácil de ler.
Hesitei antes de pedir. Uma parte de mim ainda sentia como se estivesse cruzando algum limite.
Mas pedi mesmo assim.
A primeira coisa que li foi 1 Macabeus.
Parece uma narrativa de guerra. Detalhada. Histórica. Nomes específicos, datas, batalhas.
Conta a história de como Antíoco Epifânio profanou o Templo de Jerusalém. Ergueu um altar pagão. Proibiu a Torá. Mandou executar mães que circuncidavam seus filhos.
Então uma família — os Macabeus — reagiu. Contra todas as probabilidades. Com fé e táticas de guerrilha.
Eles venceram. Purificaram novamente o Templo. Acenderam de novo a menorá. É daí que vem o Hanucá. Jesus celebrou o Hanucá. Isso é mencionado em João 10:22. Mas a história por trás disso? Não está na Bíblia protestante.
Sem 1 Macabeus, você não entende o barril de pólvora político no qual Jesus entrou. Não entende os Zelotes. Não entende por que as multidões queriam um Messias militar. Não entende por que os fariseus se importavam de maneira tão obsessiva com a Lei — porque os avós deles morreram para protegê-la.
Depois li a Sabedoria de Eclesiástico.
Parecia Provérbios, mas mais longo e mais específico. Sabedoria prática sobre controlar a língua. Sobre escolher amigos de verdade. Sobre como criar os filhos. Sobre o luto. Sobre paciência.
Não parecia estranho. Parecia a parte de Provérbios que deveria estar ali desde o princípio.
Depois li o Livro dos Jubileus.
Jubileus pega a narrativa de Gênesis e preenche as lacunas. Apresenta a linha do tempo. As genealogias. O motivo por trás de acontecimentos que Gênesis menciona em um único versículo, mas não explica.
Ele explica a origem dos demônios — de onde vieram, por que Deus permitiu que alguns permanecessem. Explica o sistema de calendário que os israelitas utilizavam. Explica por que determinadas festas aconteciam em determinados dias.
Não é estranho nem místico. É simplesmente contexto. O tipo de contexto que faz todo o resto finalmente se encaixar.
E então li Enoque.
O livro que Judas cita pelo nome no Novo Testamento. O livro encontrado entre os Manuscritos do Mar Morto ao lado de Gênesis e Isaías. O livro que os primeiros líderes da Igreja — Tertuliano, Irineu, Clemente de Alexandria — tratavam como Escritura com autoridade.
Enoque explica Gênesis 6. Os “filhos de Deus” que tomaram mulheres humanas. Os Nefilins. A corrupção que levou ao Dilúvio.
Ele dá os nomes dos anjos caídos. Descreve aquilo que ensinaram à humanidade. Explica por que o julgamento de Deus foi tão severo.
E contém profecia messiânica. Uma figura chamada “Filho do Homem” que viria com seus santos para executar o julgamento. Exatamente a imagem que Jesus usou para descrever a si mesmo nos Evangelhos.
Quando Jesus chamou a si mesmo repetidamente de “Filho do Homem”, ele não estava apenas sendo humilde. Estava apontando de volta para a visão de Enoque. Seu público teria entendido isso.
Eu não entendia. Porque eu não tinha o livro.
A Bíblia que eu tinha lido durante toda a minha vida não estava errada. Era apenas a versão resumida.
Como ler uma biografia que pula a infância da pessoa e todo o contexto histórico e depois se perguntar por que os capítulos do meio parecem confusos.
Eu ainda leio minha Bíblia King James. Ainda amo aquela Bíblia. Não estou tentando jogar nada fora.
Mas agora também tenho a biblioteca completa. Os livros que os apóstolos citaram. A história que o Novo Testamento pressupõe que você já conhece. O contexto que transforma os “Anos de Silêncio” em qualquer coisa menos silêncio.
Dois meses depois que recebi o livro, um amigo da igreja viu na minha mesa. Grosso. Imponente. Ele pegou e começou a folhear o índice.
“Espera — Macabeus está aqui? E Enoque?”
“Tudo”, eu disse. “88 livros. O cânone etíope completo.”
Ele ficou olhando para o índice durante muito tempo.
“Eu sempre me perguntei onde estava a história do Hanucá”, ele disse baixinho. “Eu simplesmente achava que estava no Antigo Testamento e que eu não tinha percebido.”
Ele não tinha deixado passar.
Ela tinha sido removida.
Naquela mesma noite, ele pediu a cópia dele na Ethiopica.
Eu não estou aqui para dizer que a Bíblia de alguém está errada. Não estou procurando começar discussões.
Eu só sei que o Novo Testamento cita livros que a maioria dos protestantes nunca leu. Que os apóstolos presumiam que seu público conhecia textos que nunca colocaram nas nossas mãos. Que existem 400 anos de história entre os Testamentos que ninguém me entregou.
A Igreja Etíope preservou esses textos. Os Manuscritos do Mar Morto confirmaram sua antiguidade. Os primeiros líderes da Igreja os citaram como textos de autoridade.
Alguém decidiu, alguns séculos atrás, que eu não precisava deles.
Eu discordo.
E agora eu tenho.
Se você alguma vez se perguntou por que Hebreus descreve o martírio de alguém que você não consegue encontrar no seu Antigo Testamento, ou por que existe um intervalo de 400 anos entre Malaquias e Mateus que ninguém preenche, ou por que os apóstolos parecem fazer referência a histórias que você nunca ouviu, você não está sozinho.
As respostas existem.
Elas foram preservadas. Na Etiópia. Nos manuscritos antigos. Nos livros que os primeiros cristãos usavam.
Alguém simplesmente decidiu que você não precisava delas.
Eu precisava.
E agora eu tenho.
Se você quiser ler as mesmas Escrituras completas, aqui está o que eu diria para você.
A versão que encontrei — A Bíblia Etíope Completa, da Ethiopica — é a única que encontrei que faz isso direito. Todos os 88 livros. Nada removido. Nada editado. O verdadeiro nome de Yahweh em todas as páginas, em vez de substituído por “Senhor”.
Ela inclui o Livro de Enoque. Jubileus. Macabeus. Eclesiástico. Sabedoria de Salomão. Ascensão de Isaías. Todos os textos que mencionei acima. Os livros que os apóstolos citaram. A história que o Novo Testamento pressupõe que você já conhece.
A Bíblia Etíope Completa reúne tudo isso em uma única edição. Todos os 88 livros, em português. Você recebe a edição digital imediatamente, além de uma garantia de 90 dias. Se você ler e ela não mudar a maneira como entende as Escrituras, peça seu dinheiro de volta. Sem perguntas.
Vou deixar o link abaixo
https://pay.cakto.com.br/ouqshui_1076259
A única coisa que preciso avisar é esta: eles disponibilizam em pequenos lotes e isso não é disponibilizado em massa. Já vi os lotes se esgotarem antes. Se o link acima estiver funcionando, ainda existem exemplares disponíveis.
Não estou com pressa para pressionar ninguém. Não é esse tipo de publicação.
Mas se você vem sentindo as mesmas lacunas que eu senti — o contexto que falta, as histórias que não parecem se conectar direito, os 400 anos que ninguém explica — as respostas estão neste livro.
Elas estão ali há 2.000 anos.
Alguém simplesmente manteve isso longe de você.
Vou deixar o link abaixo
https://pay.cakto.com.br/ouqshui_1076259
P.S. — Não recebo nada para escrever isso. Não tenho nenhuma ligação com a Ethiopica. Sou apenas um cristão que passou trinta anos lendo a versão resumida sem saber. Quero que outras pessoas tenham aquilo que eu encontrei.
P.P.S. — Se você ainda está vendo esta publicação, ainda existem exemplares disponíveis. Vou atualizar isso quando não houver mais.
Ver menos

A vida de Salomão - I Rs 7 - O que aprendemos com ela? parte 8


 versos 1-12


Impressionante a grandiloquência da casa de Salomão. Há um detalhe muito importante: Ele levou 11 anos para construir casa de Elohim e 13 para construir sua própria casa, que era um complexo onde haviam prédios privados e outros públicos. Em cada construção feita por Salomão, havia muita ostentação e luxo. Talvez por isso tenha sido da vontade de Elohim, que hoje nada esteja em pé. Talvez só o muro das lamentações esteja. Se é que ele pode ser considerado como tendo alguma conexão com Salomão. Essa grandiosidade também traz sintomas do que o levou a ruína. Hoje existem muitos cristãos com o mesmo pensamento de Salomão. Talvez seu destino no final também seja a acabar assim...

versos 13-14

Para construir a beleza, Salomão chamou um artista. Ter conhecimento para escolher as pessoas certas para os trabalhos certos, é uma grande sabedoria.

versos 15-22

Grande mistério há nestas colunas e seus detalhes. Ainda não consigo decifra-los por completo, estou muito cru ainda nas minhas pesquisas sobre isso. Mas não se enganem, esse não é um detalhe banal.


versos 23-26

12 tribos. 12 apóstolos. 12 bois de bronze. Tirem vcs mesmos suas conclusões.



versos 27-39

Por algum motivo que para mim ainda não está claro, os carros de bronze me remetem as rodas de Ezequiel...


versos 40-51

Uma coisa para mim fica clara: Nada que um sábio faz, é um detalhe banal. Grande sabedoria existe em tudo que Salomão construiu, existe um pq, existe uma mensagem.
No tempo oportuno, vou me debruçar sobre esses detalhes. Concluo essa meditação com uma imagem... e uma provocação. Os sábios entenderão.

 

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O que é o Movimento de Restauração?






RESPOSTA

O Movimento de Restauração, parte do movimento mais amplo chamado de “restauracionismo” no Segundo Grande Despertar, começou no início do século 19, quando vários membros de diferentes grupos e denominações cristãs decidiram que tinham se afastado dos fundamentos do cristianismo. Vários metodistas, batistas, presbiterianos e outros abandonaram suas denominações formais com a esperança de estabelecer uma igreja baseada unicamente no cristianismo ensinado no Novo Testamento. Com sua crença em Jesus como o único modelo e na Bíblia como o único livro sagrado, eles se esforçaram para “restaurar” a igreja ao seu foco original durante o tempo dos apóstolos. O Movimento de Restauração rejeitou regras e práticas que não vinham explicitamente da Bíblia por terem causado divisões desnecessárias na igreja. O objetivo era que todos os cristãos dissolvessem as fronteiras denominacionais e se unissem como uma igreja somente sob o governo de Deus.

Entre os líderes mais influentes do Movimento de Restauração estavam três ministros: Thomas Campbell, seu filho Alexander Campbell e Barton W. Stone. Às vezes, seus esforços de reforma são chamados de Movimento Stone-Campbell. Os seguidores de Campbell e Stone chamavam a si mesmos simplesmente de “cristãos” ou “discípulos”. Apesar do objetivo da unidade cristã, ao longo do tempo, várias divisões ocorreram. Atualmente, existem três grupos principais, chamados de “correntes”, que traçam suas raízes até o Movimento de Restauração Stone-Campbell: a Igreja Cristã (Discípulos de Cristo), as Igrejas de Cristo e as Igrejas Cristãs Independentes.

Entre os princípios-chave do Movimento de Restauração estão os seguintes:

– Reconhecimento do padrão neotestamentário da igreja. Em geral, aqueles no Movimento de Restauração tentam conformar suas práticas o mais próximo possível às do Novo Testamento. De particular importância é a celebração semanal da Ceia do Senhor e a crença de que ela devia ser aberta a todos. Algumas igrejas dentro do movimento não permitem instrumentos musicais em seus cultos, pois o Novo Testamento não contém nenhum exemplo de uma igreja usando um instrumento.

– Nomes, credos e tradições eclesiásticas dividem os crentes uns dos outros, e a exclusividade denominacional é renunciada. Credos e declarações doutrinárias são vistos como desnecessários e divisionistas, e as congregações individuais se encarregam de estudar e interpretar a Bíblia por si mesmas. A autoridade externa sobre a igreja local é resistida.

– Nomes de origem humana se dividem. Aqueles no Movimento de Restauração condenam o uso de nomes denominacionais, alegando ser “somente cristãos”.

Ao examinar o Movimento de Restauração, uma preocupação particular é a doutrina da salvação. Algumas igrejas do Movimento de Restauração ensinam que o batismo nas águas é necessário para a salvação. Isso contradiz diretamente a doutrina bíblica da salvação pela graça somente por meio da fé, sem a condição adicional de obras (Efésios 2:8-9). A Escritura apresenta o batismo não como um requisito para a salvação, mas sim como uma evidência disso.

Outras questões que exigem discernimento incluem a proibição de instrumentos musicais (em algumas igrejas), a ênfase no ecumenismo, a rejeição da doutrina bíblica da eleição e a falta de uma postura doutrinária clara.

Querer voltar aos fundamentos do cristianismo é louvável, assim como o desejo de unidade entre os crentes. No entanto, o Movimento de Restauração não foi capaz de produzir a unidade que buscava originalmente, estando ele próprio sujeito a divisões e fragmentações. Além disso, dispensar credos e declarações doutrinárias é contraproducente para conhecer e viver a verdade (veja Tito 1:9; 2:1).

Enquanto os maridos e pais, estão no Enormes...





 

Enormes 2026












 

Como surgiu a Igreja de Cristo?







As Igrejas de Cristo constituem uma comunidade não denominacional que apareceu na América do Norte, fruto do Movimento de Restauração, ocorrido no fim do século XVIII início do século XIX.

Barton W. Stone em Kentucky (Presbiteriano até 1809); Thomas Campbell e seu filho Alexander, no oeste de Pensilvânia (presbiteriano até 1809); e o evangelista Walter Scott na Pensilvânia e Ohio (batista até 1826) foram notáveis líderes do movimento.


Aceitam o Novo Testamento como a única autoridade de Fé e prática, rejeitam credo e confissões formais, descansando na afirmação das Escrituras de que Jesus Cristo é o filho de Deus e cabeça de Sua Igreja.

No batismo, praticaram a imersão dos crentes, segundo a ordem apostólica “Arrependei-vos e cada um seja batizado em nome de Jesus Cristo, para a perdão de vossos pecados, e recebereis o Dom do Espírito Santo”. Atos 2:38. A Ceia do Senhor foi observada como a parte principal da adoração pública em cada Dia do Senhor, Atos 20:07.

No governo da igreja reconhecem a congregação local como uma unidade com governo próprio dirigidos por pastores e diáconos escolhidos por eles mesmo. As congregações e seus membros trabalham livre e independentes, e em conjunto organizam outros empreendimentos.

A IGREJA DE CRISTO NO MUNDO

A Igreja de Cristo no mundo conta com mais de 5 milhões de membros, 20000 congregações nos Estados Unidos e Canadá servidos por 30000 obreiros. Este grupo sustenta aproximadamente 4500 missionários em 74 países do mundo e contam com 100 faculdades e 10 seminários de pós-graduação nos EUA e Canadá e com centenas de outras instituições teológicas ao redor do mundo, para a educação da liderança da igreja. As igrejas de Cristo sustentam 40 lares para crianças abandonadas, 20 lares para idosos, 8 lares para idosos inválidos e 3 hospitais nos Estados Unidos, além de outros lares relacionados em missões no exterior.

As convenções Cristãs Norte Americanas, reuniam-se ocasionalmente, com este propósito nos idos de 1927 a 1948 e passaram a se encontrar anualmente desde 1950. Os mecanismos das convenções anuais são coordenadas por um escritório em Cincinnati Ohio. Cada convenção anual reúne em média 20000 pessoas para alguma parte de seu programa de 4 dias.

Uma “Convenção Missionária Nacional” servindo uma mesma constituição com um programa orientado para Missões, tem-se reunido todo ano desde 1947.

Teologicamente falando, os membros das Igrejas de Cristo, são reconhecidos pelo seu conservadorismo Bíblico na medida que eles procuram promover o Cristianismo do Novo Testamento, sua doutrina, suas ordenanças e sua Vida. “Falam onde a Bíblia fala e calam onde a Bíblia cala”.

O PROPÓSITO DA IGREJA DE CRISTO:

Nosso propósito é:
• Estabelecer a Igreja de Cristo em nossa comunidade, de acordo com o padrão do Novo Testamento, estabelecido pelo próprio Cristo e seus apóstolos.
• Exaltar a Jesus Cristo acima de qualquer lealdade sectarista ou partidária.
• Efetuar a unidade de todos os cristãos, na Igreja que Jesus Cristo edificou, e sobre a qual declarou que nunca seria destruída (Mateus 16:18).
• Cumprir a Grande Missão de Fazer discípulos de Jesus em todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

PRINCÍPIOS BÍBLICOS DA IGREJA DE CRISTO:

A IGREJA DE CRISTO E SUA DOUTRINA:

Aceitamos e mantemos a Bíblia como a única regra de fé e prática para a Igreja de Cristo (II Timóteo 3:16-17). Ela é verdadeira, visto que é inspirada por Deus, e todos os homens sensatos podem compreendê-la.

Cremos que Jesus Cristo é o único Credo prescrito na Bíblia para nossa aceitação (Mateus 16:16 – II Timóteo 1:12 – Atos 4:12 – I Coríntios 2:2 – Hebreus 13:8)

Estamos prontos a receber conselhos de todos e encorajamos o escrutínio crítico por parte de todos os interessados. Se alguém puder demonstrar que não estamos proclamando todo conselho de Deus, estamos prontos a corrigir nosso erro.

Esforçado-nos por usar termo bíblicos quando aplicado às ideias bíblicas. As palavras representam ideias, pelo que, a fim de transmitir os pensamentos com a máxima correção, devem ser usadas as mesmas palavras empregadas na Escrituras (I Pedro 4:11). E por essa razão que a nós mesmos chamamos de cristãos (I Pedro 4:16) e também aceitamos o nome bíblico para a igreja.

Pregamos exclusivamente a doutrina bíblica. A Bíblia é explicita e clara no que concerne à salvação. Isso pregamos e defendemos (Judas 3). Pelo mesmo motivo, nos opomos a quaisquer tentativas de substituir a verdade bíblica pelas inovações humanas, seja na prática, seja na teoria.

Oramos incessantemente, como nos ensina as Escrituras (Lucas 18:1-8; I Tessalonissenses 5:17; Efésios 6:18; I Timóteo 2:8; Colossenses 4:2).

Praticamos exclusivamente as ordenanças estabelecidas por Jesus Cristo.

O batismo do novo crente arrependido (Marcos 16:15-16; Mateus 28:18-20; Atos 2:38; Romanos 6:-4)A Santa Ceia do Senhor como encontro semanal com Cristo Jesus (Lucas 22:19; I Coríntios 10:16-17; 11:25-28; E Atos 20:7).

A igreja local é mantida por meio das ofertas voluntárias I Coríntios 9:6-10; I Coríntios 16:2; Galatas 6:8; Atos 20:35; Lucas 6:28 e Mateus 23:23)

Praticamos o Sacerdócio Universal de todos os crentes, fazendo todos responsáveis pela proclamação da boa mensagem e progresso do trabalho na igreja (Mateus 23:8; I Pedro 2:9)

Em nossa forma de governo da igreja local, somos congregacionais e independentes. Esse procedimento bíblico estabelece que a congregação local deve ser governada pelos pastores, localmente eleitos, servidos pelos diáconos, com aprovação da congregação. (I Timóteo 3:1-7; Hebreus 13:7; I Pedro 5:2-3; I Timóteo 3:8-13).

Cristo Jesus é o fundador e o Cabeça da igreja (Efésios 1:22; Mateus 16:16-18).

Cristo Jesus é o fundador da Igreja, sobre o qual a igreja está edificada (I Coríntios 3:11; Efésios 1:19-20; Mateus 16:16-18).

A igreja teve início no dia de Pentecoste, depois da ressurreição de Cristo (Atos 2:1-41).

O lugar de seu início foi Jerusalém (Atos 2:5)

O estabelecimento da Igreja foi efetuado por meio de: Pregação – Ouvir – Fé – Arrependimento – Confissão – Batismo. Visto que o padrão bíblico não dá lugar a qualquer outro sistema hierárquico ou qualquer controle exterior, nossas congregações locais são autogovernadas, sob direção de Cristo.

O Movimento de Restauração é um movimento espiritual de avivamento que começou por volta de 1800, sendo seu propósito retornar a Igreja a seu estado original em termos de doutrina, governo e vida. O modelo para esta restauração é a Palavra de Deus, ou, mais especificamente, o Novo Testamento.

Desde o início, este movimento tem sido enraizado na convicção de que a restauração da Igreja segundo este modelo é possível e desejável; de que este é o único modo para alcançar unidade cristã efetiva e genuína; de que a unidade da igreja é essencial para e levará á evangelização do mundo. Desta forma a oração de Jesus, como aparece no capítulo 17 do evangelho de João, se cumprirá.

Líderes têm falado sobre restaurar o cristianismo primitivo, o cristianismo bíblico, o cristianismo neo testamentário, o cristianismo apostólico, a ordem dos evangelhos. O Movimento tem sido chamado de Movimento de Restauração, a Reforma do século XIX, a Reforma Atual; o corpo de pessoas, de cristãos, Igreja Cristã, Igreja de Cristo, Discípulos de Cristo, Reformadores. “Capbelitos” e “Stoneítos” têm sido dois dos apelidos mais leves, livremente usados por aqueles que não simpatizam com os princípios e atividades do Movimento.

Uma análise das conversões documentadas no Livro de Atos levou à aceitação e proclamação da seguinte ordem em conversão: fé (aquela que vem pelo ouvir, e o ouvir pela Palavra de Deus), arrependimento, confissão (“Jesus é o Cristo, o filho do Deus vivo”), batismo (imersão), perdão de pecados, dom do Espírito Santo (Romanos 10:17; Atos 16:31; 17:30; Mt. 16:16; At. 2:38). O Exame mais aprofundado do Novo Testamento resultou em uma assistência na autonomia da Igreja local, sendo cada congregação responsável pela escolha de seus próprios líderes para dirigir o programa da adoração e culto. Credos foram rejeitados como pré-requisito para comunhão e teste de ortodoxia.

Uma aceitação do Novo Testamento como regra suficiente de fé e prática para cristãos era incentivados a todos.

Osório R. Gonçalves
E o Movimento da Restauração está vivo e continua…

domingo, 6 de setembro de 2026

Bíblia Essência - Salmo 1 - em esperanto.


Pli ol feliĉa estas la homo, kiu ne sekvas la konsilon de malvirtuloj, Nek staras sur la vojo de pekuloj, Nek sidas en la komunumo de blasfemantoj.

Sed ilia plezuro estas en la vorto de la Eternulo, kaj ili meditas pri ĝi tage kaj nokte.

Tiu homo estas kiel arbo, plantita apud akvaj torentoj, kies frukto donas sian tempon kaj kies folio ne velkas; ĉio, kion ili faras, prosperas.

Ne tiel estas la malvirtuloj; ili estas kiel pajlo, kiun la vento forblovas.

Tial la malvirtuloj ne staros ĉe la juĝo, Nek la pekuloj en la komunumo de la justuloj.

Ĉar la vojo de la justuloj estas koni la Eternulon, Sed la vojo de la malvirtuloj kondukas al pereo.

Bíblia Essência - Salmo 1 - em suaíli.


 Heri zaidi mtu asiyefuata shauri la waovu, asiyesimama katika njia ya wenye dhambi, wala kukaa katika kundi la wenye dhihaka.

Lakini furaha yao iko katika neno la Bwana, nao hulitafakari mchana na usiku.

Mtu huyo ni kama mti uliopandwa kando ya vijito vya maji, ambao matunda yake huzaa matunda yake kwa wakati wake, na jani lake halinyauki; kila afanyalo hufanikiwa.

Sivyo wabaya! Wao ni kama makapi yapeperushwayo na upepo.

Kwa sababu hii, waovu hawatasimama hukumuni, wala wenye dhambi katika kusanyiko la wenye haki.

Kwa maana njia ya wenye haki ni kumjua Bwana, lakini njia ya waovu inaelekea kwenye uharibifu.

Bíblia Essência - Salmo 1 - em zulu.


 Uyajabula kakhulu umuntu ongalandeli iseluleko sababi, ongemi endleleni yezoni, futhi ongahlali eqenjini labahleka usulu.

Kodwa injabulo yabo ikwizwi leNkosi, futhi bazindla ngalo imini nobusuku.

Lowo muntu unjengomuthi otshalwe ngasemifuleni yamanzi, ozithelo zawo zithela izithelo zawo ngesikhathi sawo futhi oqabunga lawo lingabuni—noma yini ayenzayo iyaphumelela.

Akunjalo ngababi! Banjengomquba opheshulwa ngumoya.

Ngenxa yalesi sizathu, ababi ngeke bame ekwahlulelweni, nezoni ngeke zime emhlanganweni wabalungileyo.

Ngoba indlela yabalungileyo iwukwazi iNkosi, kodwa indlela yababi iholela ekubhujisweni.

Bíblia Essência - Salmo 1 - em urdu.


وہ شخص زیادہ خوش نصیب ہے جو بدکاروں کی نصیحت پر عمل نہیں کرتا، گنہگاروں کی راہ میں نہیں کھڑا ہوتا اور نہ ہی ٹھٹھا کرنے والوں کی صحبت میں بیٹھتا ہے۔

لیکن اُن کی خوشی رب کے کلام میں ہے، اور وہ دن رات اُس پر غور کرتے ہیں۔

وہ شخص اُس درخت کی مانند ہے جو پانی کی ندیوں کے کنارے لگا ہوا ہے، جس کا پھل موسم میں پھل دیتا ہے اور جس کا پتا نہیں مرتا، وہ جو کچھ بھی کرتے ہیں، کامیابی حاصل کرتے ہیں۔

ایسا نہیں شریر! وہ بھوسے کی مانند ہیں جسے ہوا اڑا دیتی ہے۔


اس وجہ سے، شریر عدالت میں کھڑے نہیں ہوں گے، اور نہ ہی گنہگار راستبازوں کی مجلس میں۔


کیونکہ راست بازوں کی راہ رب کو پہچانتی ہے، لیکن شریر کی راہ تباہی کی طرف لے جاتی ہے۔

Bíblia Essência - Salmo 1 - em bengali.


 সেই ব্যক্তি অত্যন্ত সুখী, যে দুষ্টদের পরামর্শ মানে না, পাপীদের পথে বাধা হয়ে দাঁড়ায় না এবং বিদ্রূপকারীদের সঙ্গে বসে না।

কিন্তু তার আনন্দ প্রভুর বাক্যে, এবং সে দিনরাত তা ধ্যান করে।
সেই ব্যক্তি জলধারার ধারে রোপিত বৃক্ষের ন্যায়, যার ফল যথাসময়ে ফল দেয় এবং যার পাতা শুকিয়ে যায় না—সে যা কিছু করে, তাতেই সাফল্য লাভ করে।
কিন্তু দুষ্টদের অবস্থা এমন নয়! তারা তুষের ন্যায়, যা বাতাসে উড়ে যায়।

এই কারণে, দুষ্টরা বিচারকালে দাঁড়াতে পারবে না, এবং পাপীরা ধার্মিকদের সভায় স্থান পাবে না।

কারণ ধার্মিকদের পথ হলো প্রভুকে জানা, কিন্তু দুষ্টদের পথ বিনাশের দিকে নিয়ে যায়।

Bíblia Essência - Salmo 1 - em cantonês.


 唔跟惡人嘅勸告、唔阻住罪人、唔坐喺嘲笑者嘅身邊嘅人,會更加開心。

但係佢哋歡喜主嘅話,佢哋日夜默想呢件事。

嗰個人就好似一棵由水流種植嘅樹,佢嘅果實會喺時令到佢嘅果實,佢嘅葉子唔會枯萎 — 無論佢哋做乜嘢都會繁榮。

唔係咁邪惡!佢哋好似風吹走嘅糠。


因為呢個原因,惡人唔會企喺審判中,罪人亦唔會企喺義士嘅聚會入面。


因為義人嘅道路係認識主,惡人嘅道路就係導致滅亡。

Bíblia Essência - Salmo 1 - em vietnamita.


 Người nào không nghe theo lời khuyên của kẻ ác, không đứng về phía kẻ tội lỗi, cũng không ngồi chung với kẻ nhạo báng thì thật hạnh phúc.

Nhưng người ấy vui thích trong lời Chúa, và suy ngẫm lời ấy ngày đêm.

Người ấy giống như cây trồng bên bờ suối, trái chín đúng mùa, lá không héo úa; mọi việc người ấy làm đều thịnh vượng.

Kẻ ác thì không như vậy! Chúng giống như trấu bị gió thổi bay đi.

Vì thế, kẻ ác sẽ không đứng vững trong ngày phán xét, cũng chẳng có kẻ tội lỗi nào được ở trong hội của người công chính.

Vì đường lối của người công chính là nhận biết Chúa, còn đường lối của kẻ ác dẫn đến sự hủy diệt.

Bíblia Essência - Salmo 1 - em malaio.


 Lebih daripada berbahagialah orang yang tidak mengikuti nasihat orang fasik, tidak berdiri di jalan orang berdosa, dan tidak duduk di antara orang-orang yang mengejek.

Tetapi kesukaan mereka adalah firman Tuhan, dan mereka merenungkannya siang dan malam.

Orang itu seperti pohon yang ditanam di tepi aliran air, yang buahnya menghasilkan buahnya pada musimnya dan daunnya tidak layu—apa pun yang mereka lakukan berhasil.

Tidak demikian orang fasik! Mereka seperti sekam yang ditiup angin.

Oleh sebab itu, orang fasik tidak akan berdiri dalam penghakiman, begitu juga orang berdosa dalam perkumpulan orang benar.

Kerana jalan orang benar ialah mengenal Tuhan, tetapi jalan orang fasik menuju kebinasaan.

Bíblia Essência - Salmo 1 - em inglês.


 


More than happy is the person who does not follow the advice of the wicked, does not stand in the way of sinners, nor sit in the company of mockers.

But their delight is in the word of the Lord, and they meditate on it day and night.

That person is like a tree planted by streams of water, whose fruit yields its fruit in season and whose leaf does not wither—whatever they do prospers.

Not so the wicked! They are like chaff that the wind blows away.

For this reason, the wicked will not stand in the judgment, nor sinners in the assembly of the righteous.

For the path of the righteous is knowing the Lord, but the way of the wicked leads to destruction.

Bíblia Essência - Salmo 1 - em italiano.

 



Beato l'uomo che non segue il consiglio degli empi, non si ferma sulla via dei peccatori, né si siede in compagnia degli schernitori.

Ma il suo diletto è nella parola del Signore, e su di essa medita giorno e notte.

Quest'uomo è come un albero piantato presso corsi d'acqua: il suo frutto dà il suo frutto a suo tempo e le sue foglie non appassiscono; tutto ciò che fa prospera.

Non così gli empi! Essi sono come pula che il vento disperde.

Per questo motivo gli empi non resisteranno nel giudizio, né i peccatori nell'assemblea dei giusti.

Poiché la via dei giusti è la conoscenza del Signore, ma la via degli empi conduce alla perdizione.

Bíblia Essência - Salmo 1 - em espanhol.


 Más que dichoso es el que no sigue el consejo de los impíos, no se detiene en el camino de los pecadores, ni se sienta en la compañía de los escarnecedores.

Su deleite está en la palabra del Señor, y en ella medita día y noche.

Es como un árbol plantado junto a corrientes de agua, cuyo fruto da su fruto a su tiempo y cuya hoja no se marchita; todo lo que hace prospera.

¡No así los impíos! Son como la paja que el viento se lleva.

Por eso, los impíos no se sostendrán en el juicio, ni los pecadores en la asamblea de los justos.

Porque el camino de los justos es conocer al Señor, pero el camino de los impíos lleva a la destrucción.

Lucas 5: 33-39



 Então eles disseram: Pq os alunos de João, e os alunos dos religiosos jejuam muitas vezes e fazem orações e os teus alunos não?

Ele respondeu: Vcs conseguem convencer pessoas em 1 festa de casamento, junto ao noivo, a saírem da festa para jejuar? 
Mas vão vir os dias em que o noivo será tirado deles. Então vão jejuar e orar.
Então falou a eles 1 parábola: Ninguém pega 1 pedaço de pano novo e o usa para remendar uma roupa velha, pq o pano novo é mais forte que a roupa velha, e também não é da mesma cor.
E ningúem que tenha juízo, enche odres velhos de vinho novo, pq o vinho novo fermenta, e se expande e rompe os odres velhos, e ambos se perdem.
Mas o vinho novo se coloca em odres novos e assim ambos se conservam.
Mas ninguém que gosta do vinho velho, vai apreciar o novo, pq diz: O velho é melhor!

Lucas 5: 27-32



 Depois saiu dali e viu 1 cobrador de impostos chamado Levi, assentado no balcão das coletas e disse a ele: Me siga!

E ele largou tudo, levantou e seguiu a Ele!
E Levi serviu em sua casa 1 grande jantar; e estavam presentes vários publicanos e outras pessoas.
E os escritores profissionais e os religiosos cochichavam contra os alunos D'Ele dizendo:  Pq vcs comem e bebem com cobradores de impostos e outros pecadores?
Iesus respondeu dizendo: Os que tem saúde não precisam de médico. Os que estão doentes, sim.
Eu não vim chamar os que se acham justos ao arrependimento, mas sim aqueles que sabem(ou: estão convictos) que são pecadores.

Lucas 5: 17-26



 E aconteceu que, em 1 daqueles dias em que Ele estava ensinando, estavam ali muitos religiosos e teólogos, e eles tinham vindo de muitas partes da Galiléia, da Judéia e de Jerusalém. E o poder de Yehovah estava com Ele para curar.

E alguns homens transportavam em 1 maca, 1 homem paralítico, e tinham a intenção de o levar até Iesus.
Ao ver que não encontravam espaço para chegar até Ele, subiram á lage, abriram 1 buraco, e o desceram por ele até Iesus. 
Iesus viu a fé deles e disse: Homem, os teus pecados estão perdoados.
E os escritores profissionais e os religiosos começaram a discutir dizendo: Quem é este que ofende a honra de Elohim? Só Elohim tem poder para perdoar pecados.
Iesus conhecia seus pensamentos e respondeu a eles dizendo: O coração de vcs tem 1 criatividade maligna.
Qual a diferença entre perdoar pecados e curar? 
Faço isso para que não restem dúvidas, de que o Filho da Humanidade tem poder sobre a terra para perdoar pecados! Então disse ao paralítico: Levanta, pega tua maca e vai para tua casa.
O homem levantou diante deles, pegou a maca onde estava deitado, e foi para casa cantando louvores a Elohim.
E todos ficaram impactados, e louvavam a Elohim dizendo: De fato, hoje vimos coisas maravilhosas, que são difíceis de acreditar.

Lucas 5: 12-16



 Enquanto andava por aquelas cidades, 1 homem cheio de lepra, vendo que Iesus passava, se ajoelhou com o rosto em terra, e implorou dizendo: Adonay, se tu quiser, pode me limpar!

Ele estendeu a mão e tocou nele dizendo: Quero. Fique limpo! E logo a lepra desapareceu, e a pele ficou limpa.
E ordenou a ele que não contasse nada a ninguém. Mas instruiu a ele: Vá, se mostre ao sacerdote, e ofereça pela sua purificação o que está ordenado pela Lei de Moisés, para que sirva a eles de testemunho.
Era impossível impedir que sua fama aumentasse, e multidões vinham até Ele, para ouvirem sua doutrina e serem curados de suas doenças.
Mas Ele buscava a solidão do deserto e ali se dedicava á oração.

INTRODUÇÃO À HISTÓRIA DO MOVIMENTO DE RESTAURAÇÃO DE STONE E CAMPBELL





O Início no Século XIX, A origem do nosso Movimento, que ficou conhecido desde o princípio como “A Reforma Presente” e só mais recentemente como “Movimento de Restauração” ou “Movimento Stone-Campbell”;aponta para o ano de 1801 quando milhares de pessoas estiveram reunidas entre os dias 06 e 12 de agosto no Acampamento de Reavivamento em Cane Ridge, liderado pelo avivalista Barton W. Stone (1772-1844) e outros pastores presbiterianos.
Aproximadamente 30 mil pessoas estiveram acampadas naquela ocasião e elas responderam às pregações com confissões, orações fervorosas, ações de graça, louvor a Deus, libertação, testemunhos, exortações ao arrependimento dos pecados e fé em Jesus como Senhor e Salvador. A Igreja Presbiteriana reagiu com muita firmeza, forçando Barton Stone e outros pastores a deixarem a igreja. Eles formaram o Presbitério Independente de Springfield e no dia 28 de junho de 1804 ele foi dissolvido para dar início a um movimento que tinha “o propósito unir todos os crentes em uma só igreja”. Esse avivamento deu origem à Igreja Cristã / Igreja de Cristo e seus membros gostavam de ser chamados unicamente de “cristãos”.

Também se volta para 1809, ano que o pastor Thomas Campbell (1763-1854) e outros presbiterianos criaram a Associação Cristã de Washington no dia 17 de agosto, publicaram a “Declaração e Discurso” e deram início a um movimento que buscava a unidade da igreja e a restauração do cristianismo primitivo. Logo depois de desembarcar nos EUA, Alexander Campbell (1788-1866) aderiu a eles e posteriormente assumiu a liderança do movimento. Um outro pioneiro foi Walter Scott (1796-1861), que com seu “exercício dos cinco dedos” (fé, arrependimento, batismo, remissão dos pecados e o dom do Espírito Santo) forneceu uma ordem em que as pessoas poderiam vir a Cristo e se associar à igreja. Eles ficaram conhecidos como “Discípulos de Cristo”.

Unidade e Diversidade

Os movimentos de Stone e Campbell se unificaram no fim-de-semana do ano novo de 1832. Eles tinham objetivos comuns mas não eram iguais e a uniformidade nunca foi alcançada. Este fato levou Alexander Campbell, o nosso principal teólogo e organizador no século XIX, a fazer a seguinte declaração: “Nós temos entre nós toda a sorte de doutrinas pregadas por toda a sorte de homens”. Toda “essa diversidade tem nos enriquecido, mas ela também permite a possibilidade de intolerância e a divisão que infelizmente fizeram parte da nossa experiência”.

Um grande lutador contra o sectarismo em nosso meio foi Isaac Errett (1820-1888), autor do clássico “Nossa Posição – Uma Sinopse da Fé e da Prática da Igreja de Cristo”. A ele é atribuído o fato de ter impedido que o nosso movimento tivesse se transformado em uma seita que se reproduz por divisão de legalistas discordantes. É dele a seguinte declaração: “Que o laço de união entre os batizados seja o caráter cristão em vez da ortodoxia; o correto fazer em vez do correto pensar; e, ao tomar em conta os secos preceitos, que se reconheça a liberdade de cada um sem buscar impor limitações aos irmãos fora da imposição da lei do amor”. Como Errett rejeitamos o sectarismo, valorizamos a tolerância e buscamos a unidade cristã. Um dos nossos lemas, desde o início no século XIX, define o nosso posicionamento quanto a esse assunto: “No essencial, unidade; Nas opiniões, liberdade; Em todas as coisas, o amor”. E os mais antigos em nosso movimento quando eram perguntados se eram os únicos cristãos respondiam dizendo: “Não somos os únicos cristãos, mas somos unicamente cristãos”.

Crescimento e Organização

No início do século XX ultrapassamos o número de um milhão duzentos e cinqüenta mil membros. Com o crescimento vertiginoso veio a necessidade de organização. Alexander Campbell foi favorável à cooperação entre igrejas para levar adiante algumas atividades mais complexas. Então, David S. Burnet organizou a Sociedade Bíblica e a Sociedade da Escola Dominical e Tratados em 1845. A Primeira Convenção Nacional em 1849 determinou a formação da Sociedade Missionária Cristã Americana. E Isaac Errett e W. T. Moore, em 1875, lideraram a organização da Sociedade Cristã de Missões Forâneas.

Presença Internacional

Logo havia missões na Dinamarca, França, Índia, Inglaterra, Japão, Panamá e Turquia. Entre a segunda metade do século XIX e o início do século XX as nossas Sociedades Missionárias estabeleceram Igrejas na Austrália, Canadá, Nova Zelândia, Índia, África do Sul, Malawi, Tailândia, Zimbabwe, Vanuatu, Argentina, China, Congo, Cuba, Jamaica, México, Filipinas, Porto Rico e Tibet. Hoje há igrejas da nossa família da fé em 180 países e somos vários milhões de irmãos.

Uma Nascente e Três Rios

Todavia, por serem esforços humanos, os movimentos de “restauração” ou “reforma” da igreja não são perfeitos e o nosso não fugiu à regra. Alexander Campbell, por volta de 1840, percebeu que algumas das suas posições eram insustentáveis. Mais experiente e conciliador passou “a aceitar a unidade na diversidade pluralista e minimizar a necessidade de uma postura rígida pelo ideal restauracionista”. Essa mudança na teologia e na prática dos “Discípulos” apressou a sua divisão.

Em 1906 as Igrejas de Cristo (A Capella), o ramo radical do nosso Movimento, constituíram um corpo separado e estão continuamente se dividindo desde então. Entre a década de 1920 e 1968 uma outra divisão ocorreu quando o grupo mais liberal e ecumênico se reestruturou como a Igreja Cristã (Discípulos de Cristo). Os “Discípulos” que não desejaram ser parte dessa nova denominação formaram a comunhão conhecida como Igreja Cristã / Igreja de Cristo (Discípulos independentes).

Estes últimos se tornaram o segundo grupo religioso que mais cresceu nos EUA no fim do século XX, atrás apenas dos Mórmons. Entre as igrejas evangélicas a Igreja Cristã / Igreja de Cristo obteve a maior taxa de crescimento anual (16% entre 1990 e 2000). Tudo isso é o resultado de uma forte ênfase no evangelismo e no treinamento dos ministros.

Baseado nas informações fornecidas pelo “Stone-Campbell Dialogue” no ano 2000, há nos EUA e Canadá mais de 3.242.000 irmãos, 22.376 igrejas locais, 28.349 ministros (inclusive capelães militares da ativa e reserva), 1.785 missionários, 109 Universidades, Faculdades, Seminários e Escolas de Treinamento de Pregadores (Ministros), 295 Campus Ministries, 282 instituições de benevolência e/ou assistência às crianças, famílias e idosos e 95 igrejas com membresia superior a 1.000.

Características das Igrejas do Nosso Movimento

Em meio a grande diversidade de igrejas em nossos dias, o que distingue as nossas igrejas? Quais são as suas marcas distintivas? “Não nos orgulhamos de ser distintos de outras igrejas bíblicas. Pelo contrário, no espírito da oração de Jesus (Jo 17:21) desejamos estar unidos com todos os demais em Cristo. A unidade é a nossa meta e não a divisão”. Mas, ainda assim, é possível identificar dez características principais:

1. Um grande interesse pela unidade cristã. Nosso movimento surgiu em uma época que as igrejas tendiam para o legalismo, o autoritarismo e o exclusivismo e desde o início é apaixonado pela unidade cristã;

2. Compromisso com o evangelismo e as missões. Isso é comprovado através da história do nosso movimento, seu rápido crescimento e o avanço missionário, que fez da nossa família na fé uma comunhão com presença internacional;

3. Ênfase na centralidade do Novo Testamento. A Bíblia Sagrada é a nossa máxima autoridade em matéria de fé, sendo que o Novo Testamento forma a base do nosso pensamento e ação cristã;

4. Confissão de fé simples. A confissão de fé afirmando o senhorio de Jesus Cristo é essencial e não se deve exigir nada mais para aceitar alguém na comunhão, pois a irmandade não pode ser condicionada a credos humanos;

5. Batismo dos crentes. Somente aqueles que chegam à idade de responsabilidade moral e que podem fazer sua confissão de fé devem ser batizados por imersão nas águas, segundo o ensino e a prática dos Apóstolos;

6. Comunhão semanal. Tradicionalmente celebramos a Ceia do Senhor semanalmente comemorando o ato redentor de Deus na pessoa de Cristo, mediante sua cruz e a ressurreição, afirmando a nossa unidade em Cristo e o nosso compromisso de levar o Evangelho a toda criatura;

7. Nome bíblico. Desde o início do nosso Movimento queremos ser conhecidos apenas como “Cristãos” ou “Discípulos”, “Igreja (ou as Igrejas) de Cristo ou Cristã (s)”;

8. Autonomia congregacional. Cada igreja local governa a si mesma e elege seus pastores e diáconos. Nossos Concílios e Convenções têm um caráter extremamente de comunhão e não têm nenhum poder deliberativo sobre as igrejas;

9. Liderança leiga. O sacerdócio universal de todos os crentes é outra marca que nos distingue. A participação leiga em todos os aspectos da vida da igreja é uma característica notável;

10. Diversidade e liberdade. Esta é a mais distintiva das nossas características: a unidade na diversidade! Reconhecemos a liberdade de pensamento de cada pessoa e congregação.

O Movimento no Brasil

No fim da década de 1920 houve uma primeira tentativa de estabelecer igrejas da nossa família na fé no Brasil. Três missionários foram enviados pelas igrejas “a capella”: Orlando Boyer, Virgil Smith e Bernard Johnson. Sem apoio, eles passaram por muitas privações e, logo após serem cheios com o Espírito Santo, se uniram às Assembléias de Deus. Virgil Smith, porém, depois de uma vida dedicada a esta igreja, terminou seus dias como membro da Igreja de Cristo em Brasília e professor de evangelismo na Faculdade Teológica Cristã do Brasil. Todavia, o Movimento de Restauração teve o seu primeiro esforço missionário bem-sucedido em nosso país a partir do dia 25 de março de 1948 com a chegada do Pr. David Sanders, o pioneiro do Movimento de Restauração em terras brasileiras, e sua esposa D. Ruth enviados pela Igreja Cristã / Igreja de Cristo (Discípulos independentes).

A história da Igreja de Cristo no Brasil se confunde com a do Pr. David Sanders. A primeira Igreja de Cristo em nosso país começou a ser implantada por ele ainda em 1948 no bairro de Vila Nova, em Goiânia – GO. Logo nos primeiros anos J. Richard e Carolee Ewing, Ruth Spurgean e Ellen Case se juntaram aos Sanders. “Em dezembro de 1953 Sanders se encontrou com a liderança da Igreja do Nosso Senhor Jesus Cristo, que já tinha 25 anos e 13 igrejas por cinco Estados. Com a conclusão de que no essencial havia unidade, enquanto nas opiniões havia diferenças, a união foi aprovada dando à reunião o seu clímax. Então, Antônio dos Santos, presidente da Conferência de Ministros da Igreja do Nosso Senhor Jesus Cristo, deu a mão da comunhão ao missionário David Sanders unindo com o Movimento de Restauração estas igrejas”.

Nas décadas de 1960 e 1970 outras famílias de missionários norte-americanos chegaram ao nosso país (Arthur Carter, Eugene Smith, Gerald Holmquist, Dale H. McAfee, Bill Loft, Bill Metz, Clint Thomas, Thomas Fife, Norman Maddux e hoje podemos citar ainda Earl Haubner, Phillip Keith McAfee, Jeff Fife entre outros). Trabalhos foram estabelecidos nos Estados do Pará, Amazonas, Amapá, Tocantins e no Distrito Federal, onde o Pr. David Sanders recebeu o lote 001 para igrejas no Plano Piloto em Brasília (EQS 305/306).

Uma liderança nacional começou a surgir no fim dos anos 1950, mas coube à terceira geração de pastores brasileiros assumir a direção da Igreja de Cristo no Brasil. Para o Pr. Ozório Gonçalves este fato é um divisor de águas na história da Igreja de Cristo em nosso país. Um outro fato que é muito marcante para o Movimento de Restauração no Brasil foi o avivamento promovido pela Renovação Carismática. Muito contribui para isso a adesão de irmãos de origem pentecostal-carismática, que aceitaram os ideais do Movimento de Restauração, deixaram as sólidas amarras denominacionais pela liberdade que há no Espírito e trouxeram com eles aquilo que consideravam parte da mensagem do Novo Testamento: o enchimento e os dons do Espírito Santo. O escritor citado acima também afirmou que esse avivamento dividiu as principais denominações brasileiras, mas a Igreja de Cristo não se dividiu. “Tradicionais” e “renovados” continuaram unidos! “No essencial, Unidade; Nas opiniões, Liberdade; Em Todas as Coisas, o Amor”.

Hoje existem aproximadamente 440 igrejas (80 no Distrito Federal, 300 em Goiás e 60 outros Estados, algumas são “mega-igrejas” com mais de 1.500 membros) com uma membresia superior a 90.000 irmãos. A Igreja de Cristo no Brasil (Independentes) mantém as seguintes instituições e serviços:

a) A Missão Cristã do Brasil – MCB que tem como objetivo abrir igrejas no Brasil e exterior, realizar trabalhos de apoio e logística para missionários. Além disso, a MCB realiza trabalhos de assistência social, preparo teológico e missiológico através das instituições que apoia. Ela também promove a comunhão entre os obreiros e pastores das Igrejas de Cristo. A MCB enviou e mantém missionários brasileiros em Moçambique, Angola, Guiné-Bissau, Portugal, Jordânia, Inglaterra (trabalhando com a comunidade de imigrantes da Índia), Líbano, Paraguai e EUA (com a comunidade de imigrantes brasileiros em Atlanta);
b) O Centro de Treinamento Missionário Lloyd David Sanders – CTM que é uma escola de formação missionária em regime de internato localizado no Distrito Federal;
c) A Faculdade Teológica Cristã do Brasil – FTCB em Brasília – DF;
d) O Concílio Ministerial das Igrejas de Cristo no Brasil;
e) A União da Mocidade das Igrejas de Cristo – UMIC e os seus Congressos (COMIC);
f) Várias entidades de assistência social como o Projeto Integral de Vida – PRÓ-VIDA;
g) Os Encontros de Atualização Teológica (Atualização Ministerial e Eclesiástica);
h) A Convenção Nacional do Concílio Ministerial das Igrejas de Cristo no Brasil;
i) O periódico “O Mensageiro das Igrejas de Cristo”;
j) O site do Movimento de Restauração no Brasil (www.movimentoderestauracao.com);
k) E inúmeros outros Congressos (Homens, Mulheres), Conferências Missionárias, Acampamentos, Campanhas Evangelísticas, entidades assistenciais, Seminários (como o de Pires do Rio – GO) e Faculdades (como a FATIC em Goiânia – GO).

A sexagenária Igreja de Cristo no Brasil, ainda jovem e renovada, é fruto de uma maneira brasileira de fazer a restauração do cristianismo bíblico. Ainda que, para alguns, lembre ou não o movimento homônimo norte-americano. Em nosso país, o Movimento de Restauração continua vivo e atuante!

Por fim, não poderíamos deixar de registrar que o grupo a capella chegou em 1956 com o casal Arlie e Alma Smith, que hoje são cerca de 120 congregações, têm 7 mil membros e não se relacionam conosco (a imensa maioria) e muitos nem nos consideram irmãos. Várias das suas inúmeras subdivisões (cerca de 30 nos EUA) também já desembarcaram por aqui. Uma delas, a Igreja de Cristo Internacional, esteve envolvida em uma grande polêmica com o Instituto Cristão de Pesquisas e foi matéria de capa da sua revista “Defesa da Fé”. As igrejas a capella e seus subgrupos são caracterizadas pelo exclusivismo e proselitismo intenso e são consideradas por alguns apologistas como um grupo controvertido ou até mesmo uma seita. A ala liberal e ecumênica não têm igrejas locais no Brasil, mas mantém dois trabalhos sociais em conjunto com presbiterianos e metodistas. Existem, ainda, igrejas iniciadas ou mantidas pela “Oak Hills Church” onde Max Lucado é pastor e outras igrejas associadas aos “independentes” dos EUA (Igreja de Cristo e Igreja Refúgio da Graça), que assim como nós também evitam os dois extremos do nosso Movimento.



Pedro Agostinho Jr.
Pastor da Igreja de Cristo

www.opresbiterocristao.blogspot.com

Igreja reunida, adorando e servindo a Christus, no Centro/Vila Praiana.