O túmulo está vazio, pois o Redentor vivo para sempre está!!!!!!!!
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sábado, 11 de julho de 2026
quarta-feira, 19 de abril de 2023
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021
Nós Brasileiros, precisamos entender de uma vez por todas o que é igreja! Igreja é o Corpo de Cristo!
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sobre a Natureza e Missão da Igreja do Criador.
terça-feira, 17 de julho de 2018
segunda-feira, 28 de maio de 2018
segunda-feira, 23 de abril de 2018
quinta-feira, 29 de março de 2018
quarta-feira, 28 de março de 2018
segunda-feira, 5 de março de 2018
sexta-feira, 26 de maio de 2017
quarta-feira, 26 de abril de 2017
quinta-feira, 23 de março de 2017
Respondendo perguntas sobre a Igreja Livre!
Onde se reúne a Igreja Livre?
A igreja livre se reúne somente nas residências de seus membros. Não compramos, alugamos ou construímos templos. Não somos contra igrejas que o fazem, mas essa não é a nossa visão. Podemos também nos reunir em áreas verdes, praças, parques, propriedades particulares de membros, associações de bairros.
O que é necessário para ser um membro da Igreja Livre?
É necessário crêr no Senhor Jesus Cristo como único e suficiente salvador. Crêr na manifestação trinitária de Deus (Pai, Filho e Espírito Santo), na remissão de pecados, na justificação pela fé. É necessário batizar-se, se não o fez antes em outra igreja cristã.
A Igreja Livre recolhe dízimos e ofertas?
Não, a igreja livre não recolhe dízimos e ofertas e ninguém está autorizado a fazê-lo em seu nome. Cremos que o dízimo é do Senhor e deve ser consagrado ao Senhor para o sustento do templo. Como não adoramos em templos erguidos por mãos humanas oramos ao Senhor que é dono do dízimo e perguntamos quem devemos abençoar com o valor dizimal. Podemos abençoar com o dízimo, qualquer ministério, missões, missionários ou irmão mais velho na fé que o Senhor nos mostrar em oração. O abençoado deve orar pelo abençoador dando graças e abençoando o dizimista. As ofertas da mesma forma devem ser decididas em oração quem será abençoado por elas. Podendo ser inclusive e preferencialmente instituições que trabalhem com o socorro aos necessitados. Ex: asilos, orfanatos, creches, sopões comunitários, missionários, irmãos necessitados, defesa civil, etc. As ofertas podem ser em dinheiro ou roupas, alimentos, remédios, etc.
Como se sustentam os líderes e obreiros da Igreja Livre?
Se sustentam unicamente do seu trabalho. Nem dos dízimos, nem das ofertas. A igreja livre não possui estrutura eclesiástica nos moldes do sistema religioso. Não tem tesouraria. Não possui CNPJ e nem contas em bancos. Se algum membro quiser abençoar os donos da residência que abriga a igreja é permitido, mas não deve ser pedido nem constrangido ou estimulado. Cada líder ou obreiro deve se sustentar do suor do seu rosto.
Quando é celebrada a Ceia do Senhor?
A ceia do Senhor é celebrada seguindo o exemplo dos Atos dos Apóstolos em todos os domingos. Não existe base bíblica para celebrar a Ceia do Senhor uma vez por mês. É celebrada após uma refeição coletiva, podendo ser com vinho ou suco de uva e com pão com ou sem fermento.
Como é um culto na Igreja Livre?
Começa com oração e ação de graças, um período de cânticos de louvor e adoração, logo após um ou mais irmãos compartilham uma breve explanação da Palavra, logo após a Palavra participam de uma refeição e da Ceia do Senhor e segue um período de orações uns pelos outros e orações espontâneas. Essa parte da oração é livre e tem tempo indeterminado... quem tiver a necessidade de sair após orar, pode sair, quem quiser se estender na oração, pode desde que os donos da casa o permitam. Isso no domingo. Em outras reuniões têm-se Louvor, Palavra e orações por tempo indeterminado...
Qual é o público alvo da Igreja Livre?
A igreja livre não pretende fazer proselitismo nas demais igrejas evangélicas. Pretendemos buscar crentes afastados de outras congregações, desigrejados e novos convertidos.
Assim que houverem mais perguntas, responderemos.
Bases Bíblicas: Atos 2:42-47; 4:32 a 35; 5:12 a 16; 7:48 a 50; 8:17 a 20; 11:27 a 30...
Todas as práticas da igreja livre encontram seu padrão no livro de Atos dos Apóstolos. Quanto mais a Igreja Livre se parecer com a Igreja de Atos mais se aproxima do padrão estabelecido por Deus.
segunda-feira, 13 de março de 2017
Projeto Igreja Livre
Você já pensou como seria bom, se existisse uma igreja de pessoas que se ajudam uns aos outros, sem hierarquia, todos em igualdade, sem intermediários entre Deus e o homem, sem ênfase á riqueza material, sem cobrar dízimos e ofertas, mas te orientando a dá-los para os pobres? Essa igreja já existe no coração de Deus, já está no coração de algumas pessoas e vai nascer em 2017! Adorar ao Senhor ao ar livre no verão, adorar nas casas no inverno, sem templos ricos, sem tesoureiros, sem estrutura eclesiástica. Apenas a Palavra e o amor de Jesus.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2017
Um recado aos desigrejados
Cada vez cresce mais o número de crentes sem igrejas, são simpatizantes de Jesus, o Cristo, mas não suportam a ideia de participar de uma igreja.
Como tenho muitos amigos desigrejados conheço vários argumentos e até mesmo me identifico com alguns deles.Todos eles perceberam em algum momento de suas vidas a singularidade da mensagem de Jesus, ou lendo a bíblia, ou através de uma experiência marcante na juventude.
Todos são unânimes em declarar que Jesus é único caminho e que sua proposta de vida é incomparável com qualquer outra proposta entre outras religiões.
Mas também todos sentem tremenda dificuldade de se envolver em uma igreja local, uns por terem vivenciado a terrível experiência de serem julgados ou descriminados por alguns religiosos na igreja; outros por se indignarem ao verem tantos líderes, principalmente na TV, com esse discurso da prosperidade, com uma santidade que não passa de marketing para enganar o povo; e ainda tem alguns que simplesmente não sentem a necessidade de ir na igreja toda a semana, sentem que é apenas uma rotina religiosa que faz pouca diferença no dia a dia, alegam que conseguem se “recarregar” sozinhos em casa lendo a bíblia e conversando com alguns amigos.
Eu entendo os desigrejados, até porque todos esses sentimentos rondam a minha alma, e já cheguei a pensar seriamente em deixar de ir na igreja por esses três motivos.
Mas acredito que viver desigrejado não seja bom para ninguém.
Poderia usar o simples argumento de que não é projeto de Deus para ninguém viver a vida sozinho, nem o próprio cristo fez isso, nem nenhum dos seus primeiros discípulos.
Mas não é apenas uma ideia bíblica, na pratica vejo que a fuga dos religiosos julgadores não gera uma vida sem julgamentos, pois fora da igreja temos muitas cobranças e muitos dedos apontados. Com um agravante, com menos pessoas ao lado para compartilhar as fraquezas e decepções. Sem contar com a nossa consciência que é a acusadora principal por não cumprirmos o que é certo.
Caímos também no terrível erro de generalizar todos os líderes religiosos como oportunistas e falsos, esquecendo que o líder (pastor) que é correto e vive a proposta do evangelho não fica fazendo auto marketing do tanto que é santo, pois aprendeu direto com Jesus que quando se faz uma boa coisa, que seja em secreto.
Esse tipo de líder, seguidor de Jesus, está em toda parte, menos na mídia, por isso você só o encontra indo passar um tempo ao seu lado, nas igrejas onde eles estão servindo. Os desigrejados acabam cometendo o erro que sempre condenaram nos outros, o de julgar e colocar injustamente todos no mesmo “saco”, e pior, vivem com essa culpa sozinhos.
E aos que além disso tudo vivem bem sem a rotina de participar toda semana de uma igreja local, acabam sendo enganados por eles mesmos, por não perceberem que não conseguem ter sozinhos a disciplina de procurar o Jesus que eles admiram, e vão se afastando lentamente de uma comunhão saudável e proveitosa com Deus.
Amam a proposta de Cristo, mas não suportam o seu corpo. Enxergam a incapacidade da igreja em ser boa, mas não enxergam a sua própria incapacidade de fazer o bem. Condenam a igreja por uma parte que é intolerante, mas não se condenam por não perceberem a intolerância do seus próprios corações.
Viver em comunidade não é uma proposta apenas para nos sentirmos melhor, mas para enxergarmos no outro que não somos quem gostaríamos de ser. Nessa experiência semanal de frustração o Espírito de Cristo nos transforma em pessoas melhores, mais parecidas com Ele.
Entendo os motivos dos desigrejados, mas não acredito que seja a melhor opção. Deus os abençoe.
Assista o víveo que produzi nesse assunto chamado NÓS IGREJA
A publicação e moderação dos artigos e comentários do blog são de responsabilidade do blogueiro e não traduzem necessariamente a opinião da revista e editora Ultimato.
Este artigo foi postado por Marcos Botelho em 1 de julho de 2013 às 22:54, e está arquivado em Blog, Pós-Modernidade. Siga quaisquer respostas a este artigo através do RSS 2.0. |
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017
Desigrejados. A nova moda entre os crentes deste século perturbado!
Não abandonando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia (Hb 10:25).
Os “sem igreja” ou mais comumente denominados de “desigrejados” não são oficialmente filiados a qualquer instituição convencional de culto religioso cristão; mas nem por isso se consideram desviados e menos ainda excluídos do Reino de Deus. O entendimento dos novos adeptos deste “movimento de uma igreja personalizada e doméstica” é que foram eles que se desvincularam da “igreja dos homens” e do profano sistema religioso de Babilônia, preconizado e denunciado no Livro das Revelações; alardeiam os novos posicionados eclesiológicos, se é que os posso chamar assim?
E todos os dias, no templo e nas casas, não cessavam de ensinar, e de anunciar a Jesus Cristo (At 5:42).
Desigrejado é um recente fenômeno conceitual de cunho religioso e “interpretação aberta”; melhor classificado como movimento ideológico – rasamente bíblico, equivocadamente histórico e como nova “logia da igreja” é sistematicamente contraditório. A proposta “desigrejada” apela ao comportamento de oposição de seus intérpretes e proponentes à eclesiologia congregacional e institucionalizada pelas denominações evangélicas; provocando uma nova tendência relacional entre alguns crentes quanto à igreja: a de tentarem praticar e viver a “fé e a vida discipular” fora do cristianismo. Termos como evangélico, protestante, tradicional, pentecostal, carismático e neopentecostal foram repugnados por esses retirantes. Na concepção dos “sem igreja”, foi necessário despojarem-se desses sistemas, concílios, dogmas, lideranças e responsabilidades de membresia local que caracterizam a igreja constituída para enfim, alcançarem o verdadeiro sentido de crer e viver como a eclésia de Cristo nesta terra.
Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue (At 20:28).
O conceito de “desigrejado” que supostamente foi referenciado no modo de ser da igreja primitiva (os crentes se reuniam geralmente em casas) e nas missivas paulinas e joaninas formataram uma disfunção e desconcreção do conceito tradicional de “igreja” entendido e praticado por nós. Esta corrente interpretativa fornece não apenas uma supervalorizada visão individualista e independente de “ser igreja”; cunha não apenas um neologismo de referência ao desligamento total do mundo eclesiástico. Sua postura propõe refluxos ideológicos quando afirma que a grande maioria de cristãos que ainda permanece nessas “assembleias do sistema religioso minado da besta”, devem também desligar-se daí o quanto antes e citam como embasamento profético para tal conclamação o texto de Apocalipse 18:4 – “Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas”.
Os “desigrejados” acham que tem fundamentos suficientes para posicionarem-se contra as igrejas convencionais, históricas, tradicionais, clássicas e recentemente instituídas como organizações de interesses e motivações puramente humanas e capciosas. Pra falar a verdade até tem “uns ajuntamentos e umas empresas” que querem se passar por igrejas, pregando somente um “evangelho de prosperidade” seco de santidade e encharcado de prazeres terrenais. Mas daí a dizer que todas as igrejas evangélicas juridicamente constituídas, adequadamente sob formas de governo transparentes e biblicamente praticantes são iguais a àqueles grupos que se vendem na TV e promover com isso, uma variação interpretativa exagerada e uma nova polaridade do que é “ser igreja” é no mínimo incoerência e exagero injustificável!
Porque vale mais um dia nos teus átrios do que em outra parte mil. Preferiria estar à porta da casa do meu Deus, a habitar nas tendas da perversidade (Sl 84:10).
A razão do ato de “desigrejar-se” não é motivado por nova revelação bíblica; por movimento de retorno à Palavra ou clamor pela chegada de avivamento. Evidenciam-se como motivação saliente de descontentamento pessoal e também de conveniência própria (insatisfação e aspiração). Apesar disso, eles defendem uma vida religiosa mais familiar (caseira) e uma profissão de fé doméstica (descaracterizada de igreja organizada). Para justificar sua saída, sustentam que os escândalos nas igrejas e os desvios bíblicos do papel e da função da mesma, são a causa para tal decisão. Esses crentes que já estão na “saideira gospel” precisam considerar não apenas os fatores “escandalosos e escatológicos da religião” para fazerem suas promulgações de êxodo; carecem estudar a própria doutrina da igreja. A eclesiologia bíblica e teológica não deixam ninguém com dúvidas quanto ao fundamento da igreja (Mt 16:18; 1 Co 3:11), sua composição mística e universal (Hb 12:23) e sua presença organizada como congregação local de cristãos (At 11:26).
Alegrei-me quando me disseram: Vamos à casa do Senhor (Sl 122:1).
A igreja universal de Cristo (que não é a denominação), aquela que o mesmo virá ao seu encontro no arrebatamento é composta por crentes vivos e até mortos (mas que no dia de sua vinda ressuscitarão) que foram salvos por Ele em todas as eras e tempos. Mesmo assim, existe a inegável realidade da igreja local organizada com cultos, liturgias, ministérios, lideranças, coletas, contribuições e etc. (At 2:46,47; 1 Co 14:6; 6:1-6; 13:1-2; Ef 4:11-12; Hb 13:17; 1 Co 16:1; Rm 15:26; 2 Co 9:1-13; Hb 7:8; Lc 11:42). Finalizando, chamo à atenção daqueles que estão pretendendo sair de suas igrejas e fixarem-se nessa nova posição de “desigrejados”; asseguro-lhes que tal decisão não será o melhor para a vida de vocês.
Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz (1 Pe 2:9).
Reconsiderem a conclusão de saírem da igreja; é uma decisão importante que se existir realmente a necessidade justificável de desligar-se, recomendo-vos a buscarem em oração e em visitação outra igreja que prega verdadeiramente a Palavra do Senhor, para lá continuarem a servir a Deus.
Os “sem igreja” ou mais comumente denominados de “desigrejados” não são oficialmente filiados a qualquer instituição convencional de culto religioso cristão; mas nem por isso se consideram desviados e menos ainda excluídos do Reino de Deus. O entendimento dos novos adeptos deste “movimento de uma igreja personalizada e doméstica” é que foram eles que se desvincularam da “igreja dos homens” e do profano sistema religioso de Babilônia, preconizado e denunciado no Livro das Revelações; alardeiam os novos posicionados eclesiológicos, se é que os posso chamar assim?
E todos os dias, no templo e nas casas, não cessavam de ensinar, e de anunciar a Jesus Cristo (At 5:42).
Desigrejado é um recente fenômeno conceitual de cunho religioso e “interpretação aberta”; melhor classificado como movimento ideológico – rasamente bíblico, equivocadamente histórico e como nova “logia da igreja” é sistematicamente contraditório. A proposta “desigrejada” apela ao comportamento de oposição de seus intérpretes e proponentes à eclesiologia congregacional e institucionalizada pelas denominações evangélicas; provocando uma nova tendência relacional entre alguns crentes quanto à igreja: a de tentarem praticar e viver a “fé e a vida discipular” fora do cristianismo. Termos como evangélico, protestante, tradicional, pentecostal, carismático e neopentecostal foram repugnados por esses retirantes. Na concepção dos “sem igreja”, foi necessário despojarem-se desses sistemas, concílios, dogmas, lideranças e responsabilidades de membresia local que caracterizam a igreja constituída para enfim, alcançarem o verdadeiro sentido de crer e viver como a eclésia de Cristo nesta terra.
Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue (At 20:28).
O conceito de “desigrejado” que supostamente foi referenciado no modo de ser da igreja primitiva (os crentes se reuniam geralmente em casas) e nas missivas paulinas e joaninas formataram uma disfunção e desconcreção do conceito tradicional de “igreja” entendido e praticado por nós. Esta corrente interpretativa fornece não apenas uma supervalorizada visão individualista e independente de “ser igreja”; cunha não apenas um neologismo de referência ao desligamento total do mundo eclesiástico. Sua postura propõe refluxos ideológicos quando afirma que a grande maioria de cristãos que ainda permanece nessas “assembleias do sistema religioso minado da besta”, devem também desligar-se daí o quanto antes e citam como embasamento profético para tal conclamação o texto de Apocalipse 18:4 – “Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas”.
Os “desigrejados” acham que tem fundamentos suficientes para posicionarem-se contra as igrejas convencionais, históricas, tradicionais, clássicas e recentemente instituídas como organizações de interesses e motivações puramente humanas e capciosas. Pra falar a verdade até tem “uns ajuntamentos e umas empresas” que querem se passar por igrejas, pregando somente um “evangelho de prosperidade” seco de santidade e encharcado de prazeres terrenais. Mas daí a dizer que todas as igrejas evangélicas juridicamente constituídas, adequadamente sob formas de governo transparentes e biblicamente praticantes são iguais a àqueles grupos que se vendem na TV e promover com isso, uma variação interpretativa exagerada e uma nova polaridade do que é “ser igreja” é no mínimo incoerência e exagero injustificável!
Porque vale mais um dia nos teus átrios do que em outra parte mil. Preferiria estar à porta da casa do meu Deus, a habitar nas tendas da perversidade (Sl 84:10).
A razão do ato de “desigrejar-se” não é motivado por nova revelação bíblica; por movimento de retorno à Palavra ou clamor pela chegada de avivamento. Evidenciam-se como motivação saliente de descontentamento pessoal e também de conveniência própria (insatisfação e aspiração). Apesar disso, eles defendem uma vida religiosa mais familiar (caseira) e uma profissão de fé doméstica (descaracterizada de igreja organizada). Para justificar sua saída, sustentam que os escândalos nas igrejas e os desvios bíblicos do papel e da função da mesma, são a causa para tal decisão. Esses crentes que já estão na “saideira gospel” precisam considerar não apenas os fatores “escandalosos e escatológicos da religião” para fazerem suas promulgações de êxodo; carecem estudar a própria doutrina da igreja. A eclesiologia bíblica e teológica não deixam ninguém com dúvidas quanto ao fundamento da igreja (Mt 16:18; 1 Co 3:11), sua composição mística e universal (Hb 12:23) e sua presença organizada como congregação local de cristãos (At 11:26).
Alegrei-me quando me disseram: Vamos à casa do Senhor (Sl 122:1).
A igreja universal de Cristo (que não é a denominação), aquela que o mesmo virá ao seu encontro no arrebatamento é composta por crentes vivos e até mortos (mas que no dia de sua vinda ressuscitarão) que foram salvos por Ele em todas as eras e tempos. Mesmo assim, existe a inegável realidade da igreja local organizada com cultos, liturgias, ministérios, lideranças, coletas, contribuições e etc. (At 2:46,47; 1 Co 14:6; 6:1-6; 13:1-2; Ef 4:11-12; Hb 13:17; 1 Co 16:1; Rm 15:26; 2 Co 9:1-13; Hb 7:8; Lc 11:42). Finalizando, chamo à atenção daqueles que estão pretendendo sair de suas igrejas e fixarem-se nessa nova posição de “desigrejados”; asseguro-lhes que tal decisão não será o melhor para a vida de vocês.
Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz (1 Pe 2:9).
Reconsiderem a conclusão de saírem da igreja; é uma decisão importante que se existir realmente a necessidade justificável de desligar-se, recomendo-vos a buscarem em oração e em visitação outra igreja que prega verdadeiramente a Palavra do Senhor, para lá continuarem a servir a Deus.
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5 de set de 2016 - Vídeo enviado por Evangelho Underground
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