O túmulo está vazio, pois o Redentor vivo para sempre está!!!!!!!!

sábado, 10 de outubro de 2026

Última vontade e testamento do Presbitério de Springfield ( 1804 )





ÚLTIMA VONTADE E TESTAMENTO DO PRESBITÉRIO DE SPRINGFIELD

O Presbitério de Springfield situado em Cane Ridge, condado de Bourbon, estando em plena saúde graças à Providência, crescendo em força e tamanho a cada dia. Estando em perfeita saúde e serenidade mental, mas sabendo que tem sido determinado por todos os seus membros delegados o morrer uma só vez. E considerando que a vida de tal corpo é muito incerta, portanto, executa e ordena que esta seja nossa última vontade e testamento da maneira e forma que se descreve a seguir:

É nossa vontade que este corpo morra, seja dissolvido e submergido para se unir sem limitações ao corpo de Cristo, porque há um só corpo e um Espírito, como fomos chamados em uma só mesma esperança de nossa vocação (Ef 4:4);

É nossa vontade que nosso corpo honorífico com título de “reverendo” seja esquecido para que possa haver tão só um Senhor sobre a herança de Deus e seu nome seja Um;

É nossa vontade que o poder que possuímos para fazer leis que governem a igreja, e impô-las por autoridade que nos tem delegado cesse para sempre, de tal modo que as pessoas tenham livre acesso à Bíblia e adotem “a lei do Espírito de vida em Cristo Jesus”;

É nossa vontade que os candidatos a ministros do Evangelho, de agora em diante, estudem as Sagradas Escrituras em oração fervente e obtenham licença para pregar o simples Evangelho da parte de Deus, “com o Espírito enviado desde o céu”, sem mescla de filosofia, enganos vãos, tradições de homens ou com rudimentos do mundo. Que ninguém, de agora me diante, tome “essa honra para si, senão o que é chamado de Deus, como foi Aarão”;

É nossa vontade que a igreja de Cristo retome seu direito original de governo interno, que prove a seus candidatos para o ministério no concernente à pureza da fé, conhecimento da prática da religião, seriedade e aptidão para ensinar. Que não se admitam nos candidatos nenhuma outra prova de autoridade, senão a de Cristo falando através deles. É nossa vontade que a igreja espere no Senhor da ceifa que envie trabalhadores para sua seara. Que a igreja assuma seu direito original de provar aqueles “que se dizem ser apóstolos e não o são”;

É nossa vontade que cada igreja local, como um corpo, impulsionada pelo mesmo espírito, eleja seu próprio pastor e o sustente por meio de ofertas voluntárias, sem levantar um lista de ajuda e contribuições em dinheiro, que admita membros e remova as transgressões, e que no futuro jamais devolva seu direito de se governar entregando a outro homem ou grupos de homens, não importando quem sejam;

É nossa vontade que desde este momento o povo considere a Bíblia como a única e segura guia ao céu. Todos aqueles que tenham se ofendido com outros livros que competem com a Bíblia podem lança-los à fogueira, se assim o desejam, porque é melhor entrar a vida tendo só um livro, que tendo muitos e ser lançado no inferno;

É nossa vontade que os pastores e o povo cultivem um espírito de paciência mútua, que orem mais e discutam menos. E que ao se levar em si mesmos os sinais dos tempos, olhem para cima e confiadamente esperem a redenção que já se acerca;

É nossa vontade que os irmãos fracos, que haviam desejado fazer do Presbitério de Springfield seu rei e não sabem o que tem se passado com ele, se agarrem à Rocha Eterna e sigam a Jesus no futuro;

É nossa vontade que o Sínodo de Kentucky examine a cada um de nossos membros que lhes pareçam suspeitos de haver desviado da Confissão de Fé e que de imediato suspenda os tais suspeitosos hereges para que os oprimidos possam sair livres de uma vez saboreando a doçura do Evangelho da liberdade;

É nossa vontade que Ja_ _ _ _ _ _, autor de duas cartas publicadas ultimamente em Lexington, tome valor em seu próprio zelo para destruir qualquer partidarismo. Desejamos, mais que nada, que nossa conduta passada seja examinada por todos aqueles que possuem uma correta informação, mas que os estranhos se abstenham de falar perversidade de coisas que não conhecem;

Finalmente, é nossa vontade que nossos “corpos irmãos” leiam suas Bíblias com esmero para que encontrem nela a sorte que lhes tenha sido determinada e que se preparem para a morte antes que seja demasiado tarde.

Prebitério de Springfield,
28 de junho de 1804

Robert Marshall
John Dunlavy
Richard McNemar
B. W. Stone
David Purviance


Declaração das Testemunhas:

Nós, os que acima assinam como testemunhas da Última Vontade e Testamento do Presbitério de Springfield, estando em pleno conhecimento de que haverá muitas conjecturas a respeito das causas que haviam ocasionado a dissolução do dito corpo, temos determinado que é preciso deixar claro que desde o começo esse presbitério tem estado unido em amor, tem vivido em paz e concórdia e tem falecido de morte ainda como um feto e voluntária.

As razões pelas quais resolvemos dissolver esse corpo são as seguintes: Com suma preocupação vimos que as divisões e o espírito partidarista entre os cristãos professantes eram ocasionadas pela adoção de credos humanos e determinadas formas de governo. Enquanto nos mantínhamos debaixo do nome de um presbitério, lutamos impetuosamente por cultivar um espírito de amor e de unidade entre os cristãos. Ainda assim, achamos quase impossível suprimir a idéia de que nós mesmos éramos um partido separado de outros grupos e essa dificuldade se incrementou na mesma proporção em nossos ministério tinham êxito. Levantaram-se zelos nas mentes de outras denominações e a tentação de ver a outros através desse mesmo prisma se levantou naqueles que estavam envolvidos com os diversos partidos ou grupos.

Na última reunião acordamos preparar um texto para publicar na imprensa intitulado “Observações Acerca do Governo da Igreja”, em que o mundo pudesse ver a formosa simplicidade do governo da Igreja Cristã, despojada de toda invenção humana e tradições senhoriais. Ao internamos na investigação do tema descobrimos que nenhum exemplo no Novo Testamento respalda a existência de confederações tais como os modernos concílios, presbitérios, assembléias gerais e etc. Portanto, concluímos que enquanto continuássemos organizados como estávamos, permaneceríamos excluídos do fundamento dos Apóstolos e Profetas, sendo a principal pedra angular Jesus Cristo mesmo. Ainda que havíamos chegado a essa conclusão nos mantínhamos debaixo do nome e autoridade de um corpo auto-constituído. Portanto, baseados nos princípio de amar aos cristãos de toda a denominação, por amor a preciosa causa de Cristo e por amor aos pecadores que se afastam do Senhor por causa das seitas e partidos dentro da igreja temos consentido jovialmente em retirarmos do estrépito e a fúria de grupos conflitantes e temos decidido abandonar as visões de mentes carnais e enfrentar a morte. Cremos que a morte do presbitério será de grande proveito para o mundo. Apesar dessa morte e despojo do esquema mortal, o qual servia somente para mantermos próximos à escravidão egípcia, hoje vivemos e nos expressamos na terra do Evangelho da liberdade. Tocamos as trombetas do jubileu e de boa vontade nos consagramos para trabalhar pelo Senhor contra o inimigo. Ajudaremos a nossos irmãos quando os nossos conselhos forem requeridos, estaremos dispostos a ordenar anciãos ou pastores, buscaremos a bênção divina e a unidade com todos os cristãos. Comungaremos com eles e fortaleceremos mutuamente nossos braços na obra do Senhor.

Esforçaremos, pela graça de Deus, em continuarmos o exercício de nossas funções que nos pertencem como ministros do Evangelho. Confiadamente esperamos no Senhor que Ele estará conosco. Com toda franqueza reconhecemos que temos podido falar em algumas coisas por causa de nossa humanidade, mas o senhor corrigirá nossos desvios e preservará sua igreja. Que todos os cristãos se unam em clamor, dia e noite, há Deus para que Ele remova tudo o que impede a sua obra e não permitamos que descanse até que ponha a Jerusalém por louvor na terra.

Unimo-nos de todo o coração a nossos irmãos cristãos de qualquer denominação em louvor a Deus por mostrar sua bondade na gloriosa obra que está levando a cabo na parte ocidental de nossa nação, a qual, esperamos, será finalizada na proclamação universal do Evangelho e na unidade da igreja.

sexta-feira, 9 de outubro de 2026

EL PADRE NUESTRO Cantado en Hebreo (subtítulos en Español) Avinu Shebashamayim


 

Projeto Cantares - Dai graças a Deus.


 

Biografia de Isaac Errett, batalhador pela unidade, liberdade, tolerância e amor entre os cristãos





ISAAC ERRETT
Unidade, Liberdade, Tolerância e Amor entre os Cristãos

Por Pedro Agostinho Jr., pastor da Igreja de Cristo


"Que o laço de união entre os batizados seja o caráter cristão em vez da ortodoxia; o correto fazer em vez do correto pensar; e, ao tomar em conta os secos preceitos, que se reconheça a liberdade de cada um sem buscar impor limitações aos irmãos fora da imposição da lei do amor”.


No dia 02 de janeiro de 1820, na cidade de Nova Iorque, nascia Isaac Errett. Ele teve seis irmãos e aos cinco anos ficou órfão de pai, o pastor Henry Errett de uma Igreja associada ao movimento dos irmãos Haldane's (batistas-escoceses). Aos doze anos foi aceito como membro na Igreja de Cristo em Pittsburgh e aos vinte anos se casou com a jovem Harriet Reeder.

No ano de 1840 Isaac Errett foi ordenado Evangelista. No período correspondente aos anos de 1844 a 1849 foi pregador na Igreja de Cristo em New Lisbon, Ohio. Ele também chegou a ser secretário da Sociedade Missionária Cristã Americana e co-editor do periódico "The Millenial Harbinger", juntamente com Alexander Campbell.

Em 1863 Isaac Errett escreveu um dos três mais importantes documentos do Movimento de Restauração (ou Movimento Stone-Campbell), o clássico "Nossa Posição - Uma Sinopse da Fé e da Prática da Igreja de Cristo". Este documento histórico-doutrinário foi traduzido para o português pelo autor desta biografia especialmente para o primeiro site latino-americano sobre o Movimento de Restauração ( www.movimentoderestauracao.com ).

O "Nossa Posição" se define como uma "breve declaração em defesa do retorno ao Evangelho e à Igreja dos Tempos Apostólicos, encorajada pelos Discípulos". Foi preparado "em resposta a inúmeras consultas e pedidos" e expõe "em termos breves e diretos uma declaração sobre a posição e o que pretendem os Discípulos em defesa da restauração do cristianismo primitivo". Ele tem três pontos:

1) O que estamos de acordo com os demais grupos evangélicos;
2) O que não estamos de acordo com eles;
3) O que estamos em desacordo com alguns, mas não com todos.

Confira abaixo parte deste importante documento que sintetiza o que é essencial na fé cristã e que é defendido por nós e os demais evangélicos:

"Primeiro, diremos que grande parte da nossa fé é também a de todos que se chamam evangélicos. Realmente, quase nada do que eles têm por essencial ou vital deixamos de sustentar tão certo e firmemente como eles. Unidos a eles estamos na profissão e apresentação dos pontos doutrinais abaixo:

1. A inspiração divina das Santas Escrituras do Antigo e Novo Testamentos;
2. A revelação de Deus, especialmente no Novo Testamento, em três pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo;
3. A suficiência da Bíblia, por si só e toda ela, como revelação do caráter e vontade divinos e do Evangelho da graça pelo qual somos salvos; e também na qualidade de regra de fé e prática;
4. A excelência e dignidade divina do Senhor Jesus como Filho de Deus; sua humanidade perfeita como Filho do Homem; e sua autoridade e glória oficiais como Cristo, Profeta, Sacerdote e Rei Ungido, que nos instrui no caminho da vida, nos redime do pecado e da morte, e que reina em nós e sobre nós como Soberano legítimo de nossa existência e Árbitro de nossos destinos. Portanto, de boa fé aceitamos a religião sobrenatural que o Novo Testamento nos apresenta e que abarca em suas revelações o seguinte:

a) A encarnação do Divino Verbo Eterno na pessoa de Jesus de Nazaré;
b) A vida e ensinamentos do Divino Senhor e Salvador Ungido, por serem a manifestação mais elevada e completa que temos do caráter e dos fins divinos no que se relacionam a nossa raça pecaminosa e perdida, e por ser o fim de toda controvérsia tocante a questões de salvação, do dever e do destino;
c) A morte do Senhor com o caráter de oblação pelo pecado, a qual nos proporciona redenção mediante seu sangue, a saber, o perdão dos pecados;
d) A ressurreição do Senhor dentre os mortos, com a qual aboliu a morte e manifestou a clara luz da vida e a imortalidade;
e) Sua ascensão aos céus e sua glorificação, onde vive para sempre, Mediador entre Deus e o homem, Grande Sacerdote nosso que intercede pelos seus. Rei nosso que dominará até ver subjugados a todos seus inimigos e cumpridos todos os propósitos sublimes de seu reinado mediador;
f) A Autoridade suprema do mesmo Senhor.

5. A missão perpétua e pessoal do Espírito Santo, de convencer o mundo do pecado, da justiça e do juízo, e habitar nos fiéis com caráter de Consolador, Fortalecedor e Santificador;
6. A separação de Deus efetuada em nossa raça, e na dependência absoluta desta na misericórdia, fidelidade e favor divinos manifestos no Cristo Salvador, revelados e confirmados no Evangelho pelo Espírito Santo para nossa regeneração, santificação, adoção e vida eterna;
7. A necessidade de fé e arrependimento para chegar a gozar da salvação desde agora, e da vida obediente para alcançar a vida eterna;
8. A perpetuidade do Batismo e da Ceia do Senhor na classe de ordenanças divinas por todos os séculos vindouros;
9. A obrigação de guardar o primeiro dia da semana como dia do Senhor, comemorando com isso a morte e a ressurreição do Senhor, mediante atos de cultos que não diferem dos ensinados no Novo Testamento, nem perturbem a cultura de espírito, própria desse dia memorial;
10. A Igreja de Cristo, instituição divina composta dos que já têm confessado abertamente o nome de Cristo mediante a fé e o batismo, com seus dirigentes, ministros e culto determinados, que edifiquem aos cristãos e se converta o mundo;
11. A necessidade de justiça, benevolência e santidade de parte dos cristãos professos, seja que se trate da salvação destes mesmos ou da missão encomendada a eles de atrair o mundo a Deus;
12. A totalidade e gratuidade da salvação oferecida no Evangelho a todos os que aceitam os termos propostos;
13. O castigo final dos ímpios por morte eterna na presença do Senhor e por seu glorioso poder.

Estes treze pontos certamente apresentam uma ampla base de consenso cheia de conceitos da verdade divina que pode legitimamente ser chamada universal".

Em 1866 Isaac Errett fundou o "The Christian Standard", uma publicação conhecida por sua atitude firme na defesa da liberdade cristã individual e eclesiástica e que está em circulação até hoje (Christian Church / Church of Christ). Ele teve a ajuda dos irmãos Phillips, ricos exploradores de petróleo da Pensylvania que financiaram várias instituições do nosso Movimento, de James Garfield, que foi o 20º presidente dos EUA, e vários outros colaboradores.

Segundo Fernando Soto, o "The Christian Standard" deveria ser um periódico que "responderia a todas as perguntas em um espírito de busca e tolerância, sem rancor nem fanatismo, mas estritamente apegado à verdade". Benjamin Franklin, um dos "pais" das igrejas "a capella" que dividiram o nosso Movimento (contrárias ao uso de instrumentos musicais no culto), que alguns historiadores apontam como rival de Isaac Errett o descrevia como "anti-Cristo" e o "The Christian Standard" como "casa de hereges". Muitos irmãos do ramo "a capella" do nosso Movimento continuam reproduzindo este tipo de atitude, se recusando a ter comunhão com irmãos com os quais têm diferenças, esquecendo a história do nosso Movimento e as razões que o originaram. Esquecem-se do nosso mais importante lema que diz:

"No essencial, unidade; Nas opiniões, liberdade; Em todas as coisas, o amor".

Talvez nem saibam que os irmãos mais antigos quando eram perguntados se eram os únicos cristãos respondiam dizendo:

"Não somos os únicos cristãos, mas somos unicamente cristãos".

Errett, contudo, se mostrava amável, tolerante e buscava manter o Movimento de Restauração unido. É dele a seguinte frase:

"Que o laço de união entre os batizados seja o caráter cristão em vez da ortodoxia; o correto fazer em vez do correto pensar; e, ao tomar em conta os secos preceitos, que se reconheça a liberdade de cada um sem buscar impor limitações aos irmãos fora da imposição da lei do amor”.

No ano de 1888 o irmão Isaac Errett dormiu no Senhor. Seu grande legado ao Movimento de Restauração é a atitude firme na defesa dos seguintes temas:

1) A unidade de todos os cristãos naquilo que é essencial, e especialmente a unidade do nosso Movimento que paradoxalmente estava começando a se dividir;
2) A liberdade cristã individual e eclesiástica, ou seja, a tolerância naquilo que não é essencial, nas opiniões;
3) A expressão do amor de Cristo em todas as circunstâncias, até mesmo quando não for compreendido.

Na minha opinião, Isaac Errett foi o mais importante líder do nosso Movimento na primeira geração que sucedeu os pioneiros das Igrejas Cristãs / Igrejas de Cristo ou Discípulos. A ele é atribuído o fato de ter impedido que o nosso movimento tivesse se transformado em uma seita que se reproduz por divisão de legalistas sectários e discordantes.

Aula do Domingo no Centro/Vila Praiana - Reverência na Família - Os filhos de Eli x A mãe e a avó de Timóteo.


I Sm 2:1-17

Os filhos de Eli, eram profanadores do tabernáculo, que para eles era somente um meio de sustento. Não o amavam nem respeitavam como lugar da presença de Yehovah. Embora tudo no ofício sacerdotal fosse minuciosamente regulamentado, eles oprimiam e constrangiam pegando os melhores pedaços da carne oferecida no sacríficio. Eram irreverentes e violentos. 

versos 22-26

Além de tudo anteriormente citado, ainda tinham relações sexuais pecaminosas com as servas do tabernáculo. Eli repreendeu seus filhos, mas não fez o principal: não os excluiu do serviço do tabernáculo. A essa altura, o juízo de Yehovah sobre eles já estava definido.

versos 27-36

O juízo de Yehovah foi proferido sobre os filhos e outros descendentes de Eli. Um profeta foi enviado para comunicar a Eli a decisão de Elohim. A morte e a escasses se tornaram a herança daquela família sacerdotal, com excessão de um homem. 

I Sm 3: 14

Nem sacríficio seria aceito para que o pecado deles fosse perdoado. 

verso 18

A frase de Eli não é uma frase de humildade. É omissão. É covardia. Já que Yehovah decidiu punir, ele se achava isento de fazer o certo. 

 I Sm 4: 1-11

Cumprimento da profecia; Hofni e Finéias morrem no mesmo dia. A Arca é tomada pelos filisteus.

I Sm 4: 12-22

Desgraça completa: Os filhos de Eli morreram, ele mesmo morreu ao receber a notícia e sua nora deu a luz e morreu. Grandes poderes, grandes responsabilidades.

O exemplo ruim vem do período da Lei. O bom exemplo vem da Graça.

 II Tm 1:5

"trazendo a memória a fé sincera que há em ti, e primeiro morou em tua avó, Lóide, e também morou em tua mãe, Eunice, e tenho a certeza de que também mora em ti."


Quais as dificuldades que essas grandes mulheres enfrentaram?


Eram viúvas?
Haviam sido abandonadas pelos maridos?
Tinham maridos descrentes?


O fato é: Eli falhou. Lóide e Eunice tiveram êxito!


O segredo desse êxito? Reverência.

Missão em Santo Antônio de Jesus / BA | Culto e Comunhão (Igreja de Cristo)