O túmulo está vazio, pois o Redentor vivo para sempre está!!!!!!!!

sexta-feira, 31 de março de 2017

Jejum, uma prática a ser resgatada


jejum
O jejum é uma prática milenar, porém em desuso na igreja cristã contemporânea. Está presente tanto no Antigo como no Novo Testamento. Os profetas, os apóstolos, Jesus e muitos homens de Deus, ao longo da história, experimentaram os benefícios espirituais do jejum.
Os santos de Deus em todos os tempos não somente creram no jejum, como também o praticaram. Hoje, porém, são poucos os crentes que jejuam com regularidade e ainda há muitas dúvidas acerca da sua necessidade e de seu funcionamento. Destacaremos três pontos para nosso ensino:
Em primeiro lugar, o significado do jejum. O que é jejum? É a abstenção de alimento por um período definido para um propósito definido. O jejum não é apenas abstinência de alimento. Jejum é fome de Deus, saudade do céu.
Nós comemos e bebemos para a glória de Deus e também jejuamos para a glória de Deus (1Co 10.31). Se comemos para a glória de Deus e jejuamos para a glória de Deus, qual é a diferença entre comer e jejuar? John Piper diz que, quando jejuamos nos alimentamos do pão da terra, símbolo do Pão do céu; mas quando jejuamos, não nos alimentamos do símbolo, mas da própria essência, ou seja, nos alimentamos do próprio Pão do céu.
Jejuar é amar a realidade acima do emblema. O alimento é bom, mas Deus é melhor. A comunhão com Deus deve ser a nossa mais urgente e apetitosa refeição. Nós glorificamos a Deus quando o preferimos acima dos seus dons.
Em segundo lugar, os obstáculos para a prática do jejum. Há muitos obstáculos que nos afastam do caminho do jejum. O maior obstáculo para o jejum, porém, não são as coisas más, mas as coisas boas. Nem sempre nos afastamos de Deus por coisas pecaminosas em si mesmas.
Os mais mortíferos apetites não são pelos venenos do mal, mas pelos prazeres da terra, os deleites da vida (Lc 8.14; Mc 4.19). “Os prazeres desta vida” e “os desejos por outras coisas” não são um mal em si mesmos. Não são vícios; são dons de Deus.
No entanto, esses dons podem tornar-se substitutos mortíferos do próprio Deus em nossa vida. Jesus disse que antes de sua volta as pessoas estarão vivendo desatentas como a geração que pereceu no dilúvio. E o que elas estavam fazendo? Comendo e bebendo, casando-se e dando-se em casamento (Mt 24.37-39).
Que mal há em comer e beber, casar e dar-se em casamento? Nenhum! Mas, quando nos deleitamos nas coisas boas e substituímos Deus pelas dádivas de Deus estamos em grande perigo. O jejum não é fome de coisas boas; o jejum é fome de Deus.
O jejum não é fome das coisas que Deus dá; o jejum é fome do Deus doador. Nossa geração corre sôfrega atrás das bênçãos de Deus em vez de buscar o Deus das bênçãos. Deus é melhor do que suas dádivas. O abençoador é melhor do que sua bênção. Jejum é fome de Deus e não das dádivas de Deus!
Em terceiro lugar, o propósito do jejum. O jejum não é uma promoção pessoal nem uma trombeta a alardear nossa espiritualidade diante dos homens. O jejum não é meritório. Jejuamos para nos deleitarmos em Deus. Jejuamos porque temos saudade de Deus e não podemos viver vitoriosamente sem ele.
O propósito do jejum não é obter o favor de Deus ou mudar a sua vontade (Is 58.1-12). Tampouco impressionar os outros com uma espiritualidade farisaica (Mt 6.16-18). Jejuar para ser admirado pelos homens é ter uma motivação errada.
Jejum é fome do próprio Deus e não busca por aplausos humanos (Lc 18.12). O jejum é para nos humilharmos diante de Deus (Dn 10.1-12), para suplicarmos a sua ajuda (2Cr 20.3; Ed 4.16) e para voltarmo-nos para Deus com todo o nosso coração (Jl 2.12,13).
O jejum é para reconhecermos a nossa total dependência divina (Ed 8.21-23). O jejum é um instrumento para fortalecer-nos com poder divino, em face dos ataques do inferno (Mc 9.28,29). É tempo da igreja jejuar! É tempo da igreja voltar-se para Deus de todo o seu coração, com jejuns e com pranto (Jl 2.12). É tempo de buscarmos um reavivamento verdadeiro, que traga fome de Deus em nossas entranhas e traga um profundo anseio pela presença manifesta de Deus em nossa igreja, em nossa cidade, em nossa nação! (por Hernandes Dias Lopes)


Fonte: Revista Eclésia

Mãe, ouse consagrar seus filhos a Deus


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A história da evangelização do mundo tem muito a ver com o heroísmo das mães. Muitas mães ousaram consagrar seus filhos a Deus e muitos desses filhos foram levantados por Deus para grandes jornadas missionárias. Deus honra a atitude de pais e mães que consagram seus filhos para a obra missionária, para que estes cumpram os propósitos gloriosos da expansão de sua obra.
É impossível separar o avanço do reino de Deus da atitude de mães abnegadas, de mulheres que deram a si mesmas e a seus filhos para fazerem a obra de Deus.
Uma das mais belas páginas da história evangélica do nosso país, começou além fronteiras. O missionário pioneiro do Presbiterianismo no Brasil foi Ashbel Green Simonton. Ele chegou ao Brasil no dia 12 de Agosto de 1859, com vinte e seis anos de idade. Seu pai era presbítero, médico e deputado federal.
Quando Simonton, o nono filho, o caçula, nasceu, seus pais o levaram à igreja e o consagram ao Senhor, dizendo: “Deus, nós consagramos o nosso filho caçula para a tua obra.”
O menino cresceu e tornou-se um jovem brilhante e dotado de rara inteligência. Na juventude, recebeu o chamado de Deus para o ministério e logo entrou no Seminário de Princeton, em New Jersey, Estados Unidos. Fez um curso brilhante. Terminado os estudos, depois de ouvir um sermão de Charles Hodge, Deus o chamou para ser missionário no Brasil.
Muitos tentaram demovê-lo, dizendo: “Simonton, você é louco em deixar a sua mãe já idosa, seu país, sua cidade, seus amigos, seus parentes, sua igreja, o conforto e as regalias desta terra, para ir para um país tão distante, tão pobre e tão devastado por doenças endêmicas. Isso não é seguro para você.”
Mas, Simonton respondeu: “Não há lugar mais perigoso para um homem, ainda que cercado de conforto, do que fora da vontade de Deus. Não há lugar mais seguro para se estar, ainda que entrincheirado por perigos, do que no centro da vontade de Deus.”
Simonton teve um meteórico ministério no Brasil. Apenas oito anos. Ele morreu em São Paulo aos trinta e quatro anos, mas deixou plantada em solo pátrio a Igreja Presbiteriana do Brasil e outras marcas indeléveis na história da nação brasileira. A história da evangelização do nosso país, é devedor à consagração de uma mãe e de um pai, que colocaram no altar do Senhor uma criança, rogando a Deus que realizasse nele seus soberanos propósitos.
Mãe, o que você espera dos seus filhos? Quais são os sonhos que você tem para eles? Os nossos filhos devem ser mais filhos de Deus do que nossos. Devem viver para realizar os projetos de Deus e não os nossos. Devem ser coroas de glória nas mãos do Senhor e não troféus da nossa vaidade.
Devem ser instrumentos usados por Deus para expansão do seu Reino, e não apenas pessoas bem-sucedidas na vida. Devem levantar as antigas ruínas dessa civilização que tem se afastado de Deus, e não parte dessa ruína. Devem ser reparadores de brechas a fim de que esta nação venha a conhecer o Senhor.
Mãe, coloque o melhor que você tem, os seus filhos, no altar de Deus. Faça como Ana, mãe de Samuel, que depois de orar muitos anos por um filho, ao recebê-lo, devolveu-o para Deus. Ana compreendeu que Samuel tinha vindo de Deus, era de Deus e precisava ser consagrado de volta para Deus.
Esse filho, foi levantado por Deus num tempo de crise, para ser o maior profeta, o maior sacerdote e o maior juiz de sua geração. Samuel foi o homem que trouxe de volta a nação apóstata para a presença de Deus. Oh, que Deus nos dê mães, que ousem consagrar seus filhos à causa mais urgente e mais importante do mundo, a causa do evangelho! (por Hernandes Dias Lopes)


Fonte: Revista Eclésia

China: o missionário que converteu milhares de muçulmanos





O amor de Jesus pode derreter o gelo das diferenças culturais.

A história do missionário Zhang começa com uma visão: “Um dia eu estava orando e tive uma visão – uma mulher mulher estava derramando uma garrafa de óleo precioso sobre Jesus. Jesus olhou para mim e perguntou: ‘O que é mais valioso para você?’ Eu refleti e busquei a resposta do fundo da minha alma, e respondi: ‘Minha vida é o que tenho de mais valioso, e estou disposto a lhe dar. Use-a, Senhor, com o teu poder’. Esse era o meu forte desejo, me tornar um missionário e trabalhar entre os muçulmanos”, revela Zhang.

“Meu primeiro contato com os muçulmanos do meu país foi durante uma viagem missionária de curto prazo, quando eu era estudante do segundo ano. Poucos anos depois de minha formatura, tive a oportunidade de participar de uma pesquisa de campo, da Portas Abertas, na China. Me deram a oportunidade de ensinar em uma escola, em um vilarejo muçulmano. A sugestão foi a de que eu não pregasse o evangelho diretamente, mas que eu apenas construisse relacionamentos e compartilhasse o amor, com respeito”, lembra.

Zhang conta o quanto se surpreendeu quando um garoto muito tímido, que mal tinha falado na classe, foi para a frente e disse, ainda de cabeça baixa: “Eu não acreditava no amor, não sabia que existia, mas depois de conhecer você, eu vejo que estava errado. O amor realmente existe”. Zhang relembra: “Comecei a chorar por ver que o amor transformou o coração daquele menino. Jesus pode derrubar as paredes da religião, e derreter o gelo das diferenças culturais”.

Segundo Zhang, milhares de chineses muçulmanos deixam seus lares para chegar até essas escolas. “Confesso que, no início, uma parte de mim dizia que seria muito difícil viver entre os muçulmanos da China, mas no fundo eu sabia que faria um trabalho significativo, através do amor de Cristo. Deus é bom! Nós não somos super-heróis para salvar o mundo, mas somos filhos de Deus e só precisamos fazer o nosso trabalho”, comenta Zhang e finaliza: “Meu objetivo é ajudá-los a crescer, para que um dia, eles possam impactar suas próprias comunidades”. (Fonte: Portas Abertas)

Governo destrói igrejas por medo dos muçulmanos se converterem a Jesus


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Michael Yat e Peter Reith são pastores no Sudão do Sul, mas ambos foram presos no vizinho Sudão. Eles ficaram presos por mais de dois anos, e podiam ter sido condenados à pena de morte. Pesavam contra eles várias acusações sérias como infrações contra crenças religiosas e promoção de ódio religioso. Mas o que realmente preocupava eram a suspeita de espionagem, pois estavam no país vizinho para tarefas relacionadas com a igreja.
Como o Sudão é de maioria islâmica, eles se viram em meio a mesma guerra religiosa que dividiu os dois países em 2011. Porém, nada foi provado e eles saíram da cadeia no início deste ano.
Agora, em entrevista para a equipe da missão International Christian Concern, os dois pastores falaram sobre o que acontece no país.
Yat conta que foi preso um dia depois de ter pregado numa igreja na capital Cartum. “Eu não tinha ideia que o Sudão tinha declarado a guerra contra os cristãos”, relata. Durante o tempo que ficou preso ele conversou com muitas pessoas e ouviu muita coisa das autoridades.
Segundo ele, o governo sudanês não quer cristãos no país, especialmente aqueles que sabem falar fluentemente o árabe, pois “temem que possam facilmente chegar aos muçulmanos e conquistá-los para Cristo”.
Insiste que esse é o real motivo pelo qual o Sudão está demolindo igrejas e prendendo todos os líderes cristãos por um simples motivo: o temor que os muçulmanos se convertam a Jesus Cristo. “Eles não permitem que os pastores cheguem até os muçulmanos em Cartum, Darfur e as montanhas de Nuba, áreas estritamente dominadas por muçulmanos”, resume.
O pastor Reith lembra que todos viviam em um só país, mas que o Norte historicamente sempre foi dominado pelos islâmicos. Uma guerra sangrenta durou cerca de 12 anos. No final, o Sudão do Sul conseguiu sua independência e muitos cristãos mudaram-se para lá, fugindo da perseguição.
Embora a paz tenha sido declarada seis anos atrás, o Sudão continua impondo dura perseguição aos cristãos que continuaram no país. Nos últimos meses, dezenas de pastores foram presos pelo governo sudanês, a maioria acusado falsamente de atentar contra a segurança nacional.
O Sudão aparece como o quinto com maior perseguição do mundo em 2017 na lista da Portas Abertas. Desde 1993 que ele sempre aparece entre os 20 primeiros. Com informações Christian Post

Sula Miranda diz que mantém castidade há 10 anos para obedecer a Bíblia


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A atriz e cantora Sula Miranda foi entrevistada pelo apresentador Amaury Jr., do canal RedeTV! Ao ser questionada sobre sua vida sentimental, ela afirmou que tem um namorado, mas que, não tem relações sexuais com ele.
Desde 2007, quando se separou do ex-marido, ela está sem sexo. Aos 53 anos explicou a razão para a abstinência. “Eu sou uma pessoa cristã e procuro obedecer ao que está escrito na Bíblia. Eu professo a minha fé. Na Bíblia, está escrito que você não pode fornicar, fazer sexo antes do casamento”, assegurou.
A irmã mais de Gretchen explicou que o namorado Gilber, respeita sua decisão. “Ele tem a mesma visão que eu, respeita a minha escolha, porque isso é uma opção de vida. A gente está se conhecendo um pouco mais, e eu já falei: agora, só depois do altar.”
Amaury Jr. se mostrou surpreso e pediu: “Quero conhecer esse cara! Deve ter um poder de resistência maravilhoso”.
A repercussão das declarações de Sula foi grande na mídia que cobre a vida das celebridades e seu caso foi comparado com a da pastora Baby do Brasil, que também fala abertamente sobre sua opção de manter a abstinência sexual durante 20 anos por querer obedecer a Bíblia.

Níger: depois da destruição de tantas igrejas, cristãos realizam cultos em tendas





Há uma sensação de abandono entre as vítimas da violência.

A violência anticristã ficou ainda mais intensa, no Níger, após a publicação do jornal satírico francês, Charlie Hebdo, que colocou em exposição a imagem do profeta Maomé chorando, em janeiro, ao que mundo islâmico considerou ser uma provocação. Os protestos começaram em Zinder, a segunda maior cidade do Níger, e rapidamente se espalhou para outras regiões, incluindo Niamey, capital do país.

Segundo o líder da igreja Batista Roundabout, Jacques Kagnindé, é como se a vida tivesse parado. “Como a igreja está totalmente destruída, e ainda aguardando o apoio que o governo prometeu, nossos cultos de domingo e as reuniões semanais são realizados em uma tenda, no pátio da igreja”, conta ele.

Há uma sensação de abandono entre as vítimas da violência. “Aquele interesse em nos ajudar, só aconteceu nos primeiros dias, agora a emoção já passou, e os líderes políticos não se interessam mais pela nossa situação”, lamenta Jacques.

Ele aponta que os políticos estão mais preocupados com os preparativos para as eleições de 2016 e com a luta que estão enfrentando com o Boko Haram, e que as igrejas estão realmente abandonadas. “Além das necessidades materiais, os cristãos também precisam de apoio psicológico, porque estão sofrendo muito com todas as perdas”, finaliza.

Pastores enfrentam violência com perseverança
Em Niamey e Zinder, a violência parece ter sido bem planejada e executada. “Como pode 40 igrejas serem destruídas em menos de duas horas? Praticamente todas as igrejas da capital foram atacadas”, observa um porta-voz da Caritas, uma agência de ajuda católica, que fornece notícias a uma rádio francesa. A ausência de bombeiros chocou a população e a fumaça ainda podia ser vista dias depois do incidente.

Para Jadi, que perdeu tanto a sua casa, quanto a igreja, foi difícil superar a dor: “No dia do ataque eu só tive tempo de levar a minha família para um lugar seguro, quando voltei é que pude avaliar a dimensão do dano. Senti-me tão mal, o sentimento é indescritível. Vi a minha bíblia toda rasgada, jogada no chão e para um pastor, isso é como ter o próprio corpo dilacerado, eu não conseguia parar de chorar. Mas eu já perdoei e vou seguir em frente, Deus me fortaleceu”. Jadi comentou que apesar de ser uma experiência dolorosa, isso mostra para o ser humano que não se deve colocar a sua esperança nas coisas deste mundo.

Continue orando pelo Níger
Após 6 meses de ataques do periódico francês Charlie Hebdo, só existem memórias dos franceses e o ódio religioso perpetrado entre várias religiões. Por ser minoria em um país de ordem caótica, os cristãos continuam enfrentando a violência no Níger, sendo que o Estado e autoridades não apoiam nem a reconstrução de igrejas e lares destruídos e nem trabalham pelo fim da violência contra cristãos. Quando um membro sofre, os outros sofrem juntos. Oremos pelo Níger. (Fonte: Portas Abertas)

Livro infantil quer mostrar Papai Noel negro e gay





No natal de 2016, um shopping em Minneapolis, nos EUA, apostou em um Papai Noel negro para atender as crianças e tirar fotos. A decisão de contratar o ator Larry Jefferson-Gamble causou polêmica e resultou até em manifestações contrárias, de pessoas que acreditam que o bom velhinho tem, necessariamente, de ser representado como um homem branco.

Daniel Kibblesmith, um conhecido roteirista de programas de TV, decidiu usar essa história em seu novo livro. Contudo, foi além e provocativamente apresentará Papai Noel como um homem negro e gay que, vejam só, é casado com outro Papai Noel. Esse “marido”, que é branco, as vezes o substitui em aparições em shoppings.

O livro, chamado Santa’s Husband [O Marido do Papai Noel] é voltado para o público infantil. A decisão do selo Harper Design, da editora Harper Collins, é investir na “diversidade”. As ilustrações são de Ashley Quach.

O release diz que ele pretende mostrar “a história verdadeira de um Papai Noel negro e seu marido branco”. As primeiras imagens já foram divulgadas e a publicação vem sendo elogiada por ativistas da causa LGBT.

O livro chega às livrarias norte-americanas em 10 de outubro. Não há previsão de lançamento no Brasil. Com informações
WND